Começa a prova do 2º dia do Enem

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Portões foram fechados às 13h (de Brasília). Dia promete ser mais difícil com questões de matemática e redação

Os portões das universidades e colégios que recebem a edição 2013 do Exame Nacional do Ensimo Médio (Enem) foram abertos às 12h para o 2º dia de prova. Na fase mais desgastante do exame, alunos enfrentam 5h30 com questões de linguagens, matemática e redação. Em São Paulo, na Uninove, na Barra Funda, a entrada dos candidatos foi pontualmente liberada às 12h. Uma hora depois foi marcado o início da prova pelo País. 

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Mesmo após a abertura dos portões na capital paulista, muitos alunos preferiram aguardar até o último momento para entrar. Com medo de "dar branco", candidatos mais inseguros foram flagrados estudando as possíveis matérias da 2ª prova. Além disso, o tema da redação gerava ansiedade entre os estudantes. 

Cadeirante Renato Sales usaria o Enem para acumular pontos para o vestibular de medicina. Foto: Maria Fernanda Ziegler/ iG São PauloDaniela e Deise enfrentaram trânsito, mas confessam que saíram "em cima da hora". Foto: Maria Fernanda Ziegler/ iG São PauloCandidata ao Enem recebe apoio de namorado antes de prestar prova na Federal do Paraná, em Curitiba (PR). Foto: Vagner Rosario/Futura PressAbertura dos portões do Centro Educacional de Tempo Integral Áurea Pinheiro Braga, em Manaus (AM). Foto: Edmar Barros/Futura PressPortões foram abertos às 12h (horário de Brasília) para os candidatos da Universidade Católica, de Recife (PE). Foto:  Anderson Stevens/Futura PressOs amigos Caio Fernandes, de 15, e Júlia Nevado, de 17, minutos antes da segunda prova. Foto: Maria Fernanda Ziegler / iGEstudantes entram para o segundo dia de prova do Enem 2013, na UERJ, do Rio. Foto: Ale Silva/Futura PressEstudantes chegam para o segundo dia de prova na UERJ, no Rio de Janeiro. Foto: Ale Silva/Futura PressEstudantes chegam para o segundo dia de prova na UERJ, no Rio de Janeiro. Foto: Ale Silva/Futura PressEstudantes chegam para o segundo dia de prova na UERJ, no Rio de Janeiro. Foto: Ale Silva/Futura PressFiscais aguardam entrada para o segundo dia de provas na UERJ, no Rio (27/10). Foto: Ale Silva/Futura PressPrimeiro dia: estudante chegou atrasada para a prova e passou mal ao se deparar com os portões fechados em Guarulhos, na Grande SP. Foto: Futura PressPrimeiro dia: Alunos chegaram atrasados ao Enem neste sábado; portões fecharam às 13h. Foto: Futura PressPrimeiro dia: Alunos chegaram atrasados ao Enem neste sábado; portões fecharam às 13h. Foto: Futura PressAlunos chegaram atrasados ao Enem neste sábado; portões fecharam às 13h. Foto: Futura PressAlunos chegaram atrasados ao Enem neste sábado; portões fecharam às 13h. Foto: Futura PressTeve tumulto na Universidade Paulista (Unip) da Barra Funda durante o fechamento dos portões. Foto: Futura PressDouglas dos Santos não foi liberado do trabalho a tempo de chegar no Enem. Foto: Agência BrasilDominique estudou a madrugada toda e depois perdeu a hora para o exame. Foto: Agencia Brasil/reproduçãoCandidata Elisa Dias, de 19 anos, chegou 10 minutos antes do fechamento dos portões, em São Paulo. Foto: Maria Fernanda Ziegler/ iG São PauloMovimento de estudantes após abertura dos portões da UERJ, no campus Francisco Negrão de Lima, no Rio. Foto: Futura PressMovimento de estudantes durante a abertura dos portões da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Foto: Anderson Stevens/Futura PressAbertura dos portões na unidade Vergueiro da Unip, em São Paulo, neste sábado. Foto: Futura PressEstudantes exibem inscrição para o Enem antes da prova na cidade de São José, em Santa Catarina. Foto: Futura PressJovens Karina Alix e Karina Balega saíram de casa bem mais cedo para evitar atrasos neste sábado. Foto: Julia Carolina / iG São PauloFamília da Gabriela Curado, candidata ao Enem, irá aguardar do lado de fora da Faculdade Uninove, na Barra Funda, em SP. Foto: Maria Fernanda Ziegler/ iG São PauloMovimento de estudantes antes da prova do primeiro dia do Enem, na UERJ, campus Francisco Negrão de Lima, no Rio. Foto: Futura PressMovimento de estudantes antes da prova do primeiro dia do Enem, na UERJ, campus Francisco Negrão de Lima, no Rio. Foto: Futura PressProfessor de matemática, Marcio Barbosa, dá dicas de matemática para os estudantes na UFRJ, no Rio. Foto: Futura Press

O primeiro dia

Segundo especialistas, o primeiro dia de prova foi difícil e cobrou do aluno saber relacionar os assuntos que aprendeu na escola com o dia a dia. É isso que os professores ouvidos pelo iG afirmaram sobre as provas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza, que aconteceu neste sábado (26).

Para Gilberto Alvarez, o Giba, coordenador do cursinho da Poli, a prova “firmou tendência”. “A prova cobrou que o aluno fosse estudioso e também um bom leitor. Que ele soubesse relacionar as disciplinas que aprendeu na escola com o meio em que ele vive”, afirmou.

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Além disso, ele diz que na prova de Ciências Humanas havia perguntas criticas misturadas com questões atuais, o que cobrou que o aluno assumisse esse comportamento critico. “Exigiu que o aluno tivesse um perfil diferenciado. Teve muita referencia atual também, teve questões muito recentes de jornal e também trazendo fatos de outros países”, afirmou.

O professor de História do cursinho Poli Elias Feitosa concorda. “A leitura e a interpretação mandaram na prova. Teve uma variedade grande de imagem, gráfico, charge, pintura”, afirmou. “O Enem tem exigido um candidato com uma visão bem relacionada com o hoje, que dialogue com a sociedade contemporânea”, afirmou.

Leia mais sobre o primeiro dia de prova:

- Prova de Ciências Humanas deu destaque a questões territoriais
- Textos menores no Enem exigiram maior domínio do conteúdo
- Química diversificou conteúdo sem exigir aprofundamento
- Para Jubilut, prova de biologia foi fácil
- Enem teve textos menores, mas foi mais difícil do que prova do ano passado

A coordenadora do Colégio Objetivo, Vera Lúcia Antunes, observa que, neste ano, aumentou o número de questões que envolve as disciplinas de Filosofia e Sociologia. "A prova exigia uma grande concentração nos textos, era preciso entender o que eles estavam pedindo. Não era uma questão de certo ou errado."

Já Ciências da Natureza cobrou mais conteúdo. O professor Joel Pontim, do cursinho da Poli, diz que o Enem pede que o aluno faça conexões com o que ele aprende e o dia a dia. Talvez os alunos que não tenha percebido esse sinal tenham mais dificuldade. Não é aquele padrão de cobrança de fórmula”, afirma.

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