Secretaria de Educação publica novo comunicado afirmando que, além do reajuste, está aberta a "outros temas" em mesa de negociação

Os professores municipais de São Paulo decidiram em assembleia em frente a Prefeitura manter o movimento de greve que já dura duas semanas. Os docentes pararam o trânsito no Viaduto do Chá e, após a votação, caminham até a Praça da República, onde fica a sede da Secretaria Estadual de Educação - rede que estava em greve até a semana passada.

Manifestante chama atenção para condições de trabalho dos professores
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Manifestante chama atenção para condições de trabalho dos professores

Também nesta terça-feira, antes da manifestação, a Secretaria Municipal de Educação publicou novo comunicado em que afirma que, além do reajuste, está aberta à negociação de outros temas: "Outros temas como o PDE, o Projeto de Lei das duas referências, medidas de melhoria das condições de trabalho e saúde dos educadores continuarão a ser objeto de diálogo na mesa setorial da educação que se encontra em pleno funcionamento", diz o texto.

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A prefeitura prometeu reajuste de 10,19% já para o mês de maio deste ano e outro de 13,43% para maio de 2014, além de aumento para todos os servidores de 0,82%, retroativo a novembro de 2011. A proposta é rejeitada por três sindicatos que mantém a greve com o argumento de que os porcentuais enviado já eram garantidos pela gestão anterior. Outras 26 entidades representativas já assinaram o acordo.

Assembleia que decidiu pela continuação da greve ocorreu em frente à Prefeitura
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Assembleia que decidiu pela continuação da greve ocorreu em frente à Prefeitura

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