Ministério da Educação vai lançar Inglês sem Fronteiras ainda este ano

De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, proposta vai bancar a aplicação de 160 mil testes de proficiência em língua inglesa e cursos presenciais e a distância

Priscilla Borges - iG Brasília |

Até o fim do ano, o Ministério da Educação vai lançar um programa para melhorar a proficiência dos estudantes brasileiros na língua inglesa. Batizado de Inglês sem Fronteiras, o projeto pretende auxiliar 160 mil estudantes a fazer testes de proficiência na língua. Os que tiverem melhor desempenho ganharão cursos presenciais e, os demais, cursos semipresenciais.

Formação:  Intensivos de idiomas para Ciência sem Fronteiras estão atrasados

Agência Brasil
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que, ainda este ano, divulgará um plano para dar cursos de inglês para estudantes

De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, o projeto tem o objetivo de ajudar os alunos da rede pública a melhorar a proficiência na língua, uma das maiores barreiras para os candidatos do programa Ciência sem Fronteiras. "Esse é a maior barreira dos nossos alunos e precisamos acabar com ela", afirmou.

Exames gratuitos: British Council oferece testes a candidatos ao Ciência sem Fronteiras

Coordenado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o projeto oferece bolsas de graduação e pós no exterior a estudantes brasileiros. A expectativa é de, até 2014, 101 mil bolsas sejam distribuídas.

Cotas no programa

Segundo Mercadante, a possibilidade de criar cotas para negros e egressos de escolas públicas no programa ainda está em discussão. A primeira providência, de acordo com o ministro, é fazer um levantamento de quantos estudantes que vieram da rede pública e são negros foram beneficiados pelas bolsas.

Leia também: Conheça alunos beneficiados pelo Ciência sem Fronteiras nos EUA

Como essa não era uma informação (especialmente a raça) exigida nos formulários, os dados ainda não precisos. "Mas o levantamento preliminar mostra que um terço dos alunos contactados estão nesse perfil. Ainda vamos avaliar", comentou.

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG