Secretário de Educação pediu imediata apuração do ato de vandalismo. Além de sete estudantes já identificados, imagens mostram que há outros envolvidos

Agência Estado

As câmeras de segurança da Escola Estadual de São Paulo, localizada no número 500 da Rua da Figueira, na região central de São Paulo, foram avaliadas na manhã desta quinta-feira (13) por uma equipe da Diretoria Regional de Ensino Centro depois que sete alunos foram levados à uma delegacia acusados de depredação do colégio na quarta-feira. O secretário da Educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald, determinou a imediata apuração dos fatos. Ele pediu também a reposição de materiais danificados e o conserto de instalações depredadas.

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De acordo com a Secretaria da Educação do Estado, as imagens apuradas devem revelar mais alunos participantes do ato. A diretoria do colégio deve concluir até sexta-feira (14) um levantamento onde apontará a quantidade de materiais que foram destruídos durante o tumulto, além de apontar uma lista daqueles que devem ser repostos.

Um grupo de estudantes depredou na tarde de quarta-feira (12) parte da escola pública, sem motivo apurado pelas autoridades. A direção da escola acionou a Polícia Militar por volta das 17h43, de acordo com a corporação. Ainda conforme informações do órgão, mesmo com a chegada dos agentes, os alunos continuaram com o vandalismo. A PM registrou a ocorrência como dano material.

Apenas sete alunos foram identificados e foram levados, acompanhados de seus pais, até a delegacia onde houve registro do caso. Até as 12h desta quinta-feira, a Secretaria de Segurança Pública também não havia registrado nenhuma informação oficial sobre o tumulto. A Secretaria de Educação, no entanto, informa que os alunos, todos com menos de 18 anos, devem responder por dano ao patrimônio público.

As aulas do período noturno de quarta-feira, assim como as da manhã desta quinta-feira, não foram canceladas. O Conselho de Escola deve se reunir ainda esta semana para decidir quais medidas disciplinares serão adotadas em relação aos alunos envolvidos.

Estragos na Escola Estadual de São Paulo ainda não contabilizados
Futura Press
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