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    <title>Último Segundo :: Economia</title>
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    <description>Economia</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:41:53 -0300</pubDate>
    <lastBuildDate>Mon, 23 Nov 2009 06:41:53 -0300</lastBuildDate>
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      <title><![CDATA[Último Segundo :: Economia]]></title>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Milão: FTSE-MIB abre em alta de 0,84%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/bolsa+de+milao+ftse+mib+abre+em+alta+de+084+9152922.html</link>
      <description>Roma, 23 nov (EFE).- O índice seletivo da Bolsa de Valores de Milão, o FTSE-MIB, abriu em alta de 0,84%, aos 22.700,42 pontos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   O índice geral FTSE Italia All Share abriu também em positivo e subia 0,80%, para 23.138,95. EFE 	   ccg/pq</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:40:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Londres: FTSE-100 abre em alta de 1,13%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/bolsa+de+londres+ftse+100+abre+em+alta+de+113+9152920.html</link>
      <description>Londres, 23 nov (EFE).- O índice geral da Bolsa de Valores de Londres, o FTSE-100, abriu em alta de 59,3 pontos (1,13%), aos 5.310,7. EFE 	   vg/ma</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:38:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Preço do ouro supera 1.160 dólares em Hong Kong]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/preco+do+ouro+supera+1160+dolares+em+hong+kong+9152919.html</link>
      <description>   O preço do ouro estabeleceu um novo recorde, a 1.164,85 dólares por onça em Hong Kong nesta segunda-feira, já que os investidores recorrem ao metal precioso como refúgio diante da fragilidade do dólar.O ouro encerrou a sessão de sexta-feira a 1.145-1.146 dólares a onça, após três dias consecutivos de perdas no mercado de ações de Wall Street e com a moeda americana em baixa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;dan/fp&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/body.content&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:37:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Paris: CAC-40 abre em baixa de 0,82%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/bolsa+de+paris+cac+40+abre+em+baixa+de+082+9152916.html</link>
      <description>Paris, 23 nov (EFE).- O principal indicador da Bolsa de Valores de Paris, o CAC-40, abriu em baixa de 0,82%, aos 3.729,36 pontos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;EFE 	   lmpg/ma</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:32:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Brown quer reforçar vínculos comerciais com China e Índia]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/brown+quer+reforcar+vinculos+comerciais+com+china+e+india+9152915.html</link>
      <description>   O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, pretende defender nesta segunda-feira o reforço dos laços comerciais com gigantes econômicos emergentes como China e Índia, com o objetivo de ajudar a Grã-Bretanha a sair da crise.Em um discurso na conferência anual da Confederação da Indústria Britânica (CBI), maior organização patronal do país, Brown também deve anunciar a celebração em 2010 de um encontro internacional sobre investimentos, segundo uma cópia do discurso antecipada à imprensa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A CBI, que representa 240.000 empresas britânicas que empregam um terço dos trabalhadores do setor privado, deve se concentrar nos meios para garantir a recuperação das empresas da recessão mais longa registrada pela Grã-Bretanha.&lt;br&gt;&lt;br&gt;rfj/fp&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/body.content&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:26:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <title><![CDATA[Bolsa de Frankfurt: DAX-30 anre em alta de 1,2%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/bolsa+de+frankfurt+dax+30+anre+em+alta+de+12+9152914.html</link>
      <description>Frankfurt (Alemanha), 23 nov (EFE).- O principal índice da Bolsa de Valores de Frankfurt, o DAX-30, abriu em alta de 1,2%, aos 5.730 pontos. EFE 	   aia/ma</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:25:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Euro sobe para US$ 1,4960 na abertura em Frankfurt]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/euro+sobe+para+us+14960+na+abertura+em+frankfurt+9152906.html</link>
      <description>Frankfurt (Alemanha), 23 nov (EFE).- O euro subiu hoje e para US$ 1,4960, frente a US$ 1,4845 dólares da sexta-feira pela tarde no mercado de divisas de Frankfurt.O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,4815. EFE 	   aia/ma</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 06:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/euro+sobe+para+us+14960+na+abertura+em+frankfurt+9152906.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Preço do barril do Brent abre em alta]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/preco+do+barril+do+brent+abre+em+alta+9152905.html</link>
      <description>Londres, 23 nov (EFE).- O barril de petróleo Brent para entrega em janeiro abriu hoje no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres cotado a US$ 78,21, alta de US$ 1,01.EFE 	   vg/ma</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:48:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/preco+do+barril+do+brent+abre+em+alta+9152905.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Outra explosão em minas causa 11 mortos na China]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/outra+explosao+em+minas+causa+11+mortos+na+china+9152904.html</link>
      <description>Pequim -&amp;nbsp;Uma explosão em uma mina de carvão na província central de Hunan causou 11 mortos e três desaparecidos, no segundo grande acidente mineiro registrado na China em três dias. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/22/maior+catastrofe+dos+ultimos+dois+anos+da+mineracao+chinesa+deixou+104+mortos+9152107.html"&gt;104 morrem em explosão de mina na China &lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Segundo informou hoje a agência oficial "Xinhua", o fato ocorreu às 10h local (0h de Brasília) de ontem na mina denominada Guojiawan, dentro do terminal municipal de Huaihua.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;No momento da explosão, 33 empregados estavam trabalhando no túnel e 15 deles conseguiram escapar sozinhos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Os serviços de emergência encontraram dez corpos dentro da exploração e cosneguiram tirar cinco empregados com vida, mas um deles morreu no hospital.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ainda se desconhecem as causas do fato. EFE gmp/ma &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:47:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[IBM faz computador com &#145;cérebro de gato&#146;]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/ibm+faz+computador+com+145cerebro+de+gato146+9152143.html</link>
      <description>Cientistas afirmam ter feito uma descoberta revolucionária na sua busca por computadores que "pensem" como o cérebro de um ser vivo - uma iniciativa que testa os limites da tecnologia. Até os supercomputadores mais poderosos do mundo se mostram incapazes de reproduzir aspectos básicos da mente humana.As máquinas não conseguem imaginar uma parede pintada com cores diferentes, por exemplo, ou associar um rosto humano à expressão de uma emoção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se os pesquisadores forem capazes de fazer os computadores operarem de forma semelhante ao funcionamento do cérebro - por meio do raciocínio e das abstrações, entre outros recursos -, eles poderiam desencadear uma série de descobertas revolucionárias em campos tão diversos quanto, por exemplo, a medicina e a economia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um computador com o poder de um cérebro humano ainda não está ao alcance. Mas, na semana passada, pesquisadores da IBM Corp. relataram ter simulado o córtex cerebral (a parte pensante do cérebro) de um gato utilizando um supercomputador. O computador possui 147.456 processadores (a maioria dos PCs modernos conta com apenas um ou dois processadores) e 144 terabytes de memória - 100 mil vezes a memória de um computador comum.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os cientistas já haviam simulado 40% do cérebro de um rato em 2006, o cérebro completo de um rato em 2007, e 1% do córtex cerebral humano este ano, empregando supercomputadores cada vez maiores. O feito mais recente, apresentado numa conferência sobre supercomputação realizada em Portland, Oregon, não significa que o computador pensa como um gato, e nem que ele seja o precursor de uma raça de felinos robóticos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FORMAÇÃO DO PENSAMENTO&lt;br&gt;A simulação, que funciona a uma velocidade 100 vezes inferior àquela do cérebro de um gato verdadeiro, enfoca principalmente a análise de como são formados os pensamentos no cérebro e o funcionamento em conjunto dos cerca de 1 bilhão de neurônios e 10 trilhões de sinapses do cérebro de um gato.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os pesquisadores criaram um programa que ensinou ao supercomputador como se comportar de maneira a imitar o modelo proposto para o funcionamento do cérebro. Foram mostradas ao computador imagens de logotipos corporativos, entre eles o da IBM, e os cientistas observaram enquanto partes diferentes do cérebro simulado trabalhavam em conjunto para determinar o que seria cada imagem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dharmendra Modha, diretor de computação cognitiva da divisão de pesquisas da IBM e principal autor do estudo, chamou o experimento de "simulação numa escala verdadeiramente sem precedentes". Pesquisadores da Universidade Stanford e do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley também participaram do projeto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Modha diz que a pesquisa pode levar a computadores menos dependentes de dados "estruturados", como na fórmula 2 mais 2 igual a 4, demonstrando maior capacidade de lidar com ambiguidades. É possível que tais computadores aprendam a incorporar em suas decisões sentidos como a visão, o tato ou a audição.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Este desenvolvimento seria importante para a IBM porque a empresa está comercializando serviços para um "planeta mais inteligente", que fazem uso de sensores digitais para monitorar o clima e o tráfego, por exemplo, transmitindo esses dados a computadores dos quais se espera que façam algo com esta informação, como prever um Tsunami ou detectar acidentes nas pistas expressas. Outras empresas poderiam usar a "computação cognitiva" para administrar grandes volumes de informação com mais eficácia.  &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:47:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/ibm+faz+computador+com+145cerebro+de+gato146+9152143.html</guid>
    </item>
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      <title><![CDATA[Governo quer estimular provedores regionais]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/governo+quer+estimular+provedores+regionais+9152142.html</link>
      <description>A criação de uma estrutura de banda larga pública tem também o objetivo de estimular o surgimento de pequenos provedores de internet para atuarem em cidades ou nichos de mercado pouco atrativos para as grandes empresas de telecomunicações. A constatação de um dos estudos que serão apresentados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de que apenas três empresas - Telefônica, Net e Oi - concentram 86% do mercado de banda larga fixa no País.Essa rede principal, que deverá ser montada com a infraestrutura das estatais, seria usada como alternativa às redes das teles e seria alugada a preços mais competitivos para pequenos provedores, que fariam as instalações até o cliente final. Outro objetivo do Plano Nacional de Banda Larga é o de interligar, com internet em alta velocidade, 135 mil pontos de governo em 4.245 municípios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CONEXÃO&lt;br&gt;Segundo a proposta do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, com as redes da Petrobrás, Eletrobrás e Eletronet, é possível levar banda larga a 59 mil escolas rurais e 45 mil hospitais e postos de saúde. Também seriam interligadas 5.523 delegacias de polícia, entre outros pontos de governo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;ACESSO&lt;br&gt;A realidade do Brasil, apresentada em seminário na semana passada pelo coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, é de que apenas 31,2% do total de domicílios brasileiros possuem computadores e só 23,8% têm acesso à internet.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Do total de residências conectadas à rede mundial de computadores, apenas 13% têm acesso em banda larga, segundo dados do Comitê Gestor de Internet (CGI), citados pelo assessor da Presidência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O alto preço dos serviços também preocupa o governo e, de acordo com Alvarez, é o principal motivo apontado em pesquisa do CGI para falta de acesso à banda larga no País.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo ele, uma conexão em baixa velocidade (200 quilobits por segundo) custa, em Manaus, R$ 119,90, o mesmo preço pago em São Paulo por uma conexão em alta velocidade, de 6 megabit por segundo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Nosso desafio é propiciar a massificação dos serviços de conexão em banda larga, independentemente de localização geográfica, com preços acessíveis e qualidade satisfatória", afirmou Alvarez, no seminário. &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:47:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Plano de banda larga prevê nova empresa estatal]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/plano+de+banda+larga+preve+nova+empresa+estatal+9152141.html</link>
      <description>Depois de dois meses de discussões e divergências públicas, serão apresentadas amanhã, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, propostas que vêm sendo elaboradas por um grupo técnico do governo para colocar em prática o projeto de massificação da banda larga. Já está certo que o governo vai usar como base para esse projeto as redes ópticas de empresas estatais, como as da Petrobrás, Eletrobrás e Eletronet - empresa falida que tem a Eletrobrás como acionista.A ideia é criar uma estatal da banda larga, que poderá ser administrada pela Telebrás, para atuar na transmissão de dados, ampliando a oferta de capacidade e estimulando a competição no setor, além de atender a comunicação do próprio governo. A proposta em estudo tem o objetivo de expandir a internet rápida para as classes mais carentes da população e para os pontos mais distantes do País.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As empresas da iniciativa privada, como as de telefonia e provedores de internet, operariam na ponta, fornecendo serviços ao cliente final.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse modelo híbrido, cuja notícia da criação foi antecipada pelo Estado em outubro, é fruto das negociações envolvendo técnicos de diversos ministérios, entre eles a Casa Civil, Comunicações e Planejamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A decisão final será do presidente Lula e, quando tomada, será criado um fórum, com a participação dos setores envolvidos, para acompanhar a implantação do Plano Nacional de Banda Larga.&lt;br&gt;&lt;br&gt;META&lt;br&gt;O projeto terá 2014 como meta final. Os técnicos dos ministérios estão traçando diagnósticos com base nas diferenças regionais e econômicas do Brasil. O coordenador dos projetos de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, que participa das discussões, disse, na semana passada, que a banda larga no Brasil é "para poucos, concentrada, lenta e cara", e que são esses os problemas que o governo quer corrigir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo ele, 80% dos acessos à internet em alta velocidade estão nas regiões Sul e Sudeste, sendo metade desse porcentual só no Estado de São Paulo. Alvarez lembra que o Brasil ainda considera como banda larga as conexões acima de 128 quilobits por segundo (kbps) enquanto, no mundo, a alta velocidade é acima de 1 megabit por segundo (Mbps).&lt;br&gt;&lt;br&gt;PARCERIA COM AS TELES&lt;br&gt;O ministro das Comunicações, Hélio Costa, que desde o início defendeu uma parceria com as teles, vai apresentar uma proposta mais focada no atendimento da demanda do que na estrutura estatal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O argumento dele é de que é impossível cumprir o objetivo de atender a toda a população sem usar a infraestrutura das teles, que soma 200 mil quilômetros de fibras e estará em todos os municípios brasileiros até o fim de 2010.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Assessores de Costa lembram que a rede do governo tem apenas 21 mil quilômetros. Desse total, 16 mil quilômetros são da Eletronet, que tem pendências na Justiça, o que poderia comprometer a implantação do projeto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Ministério das Comunicações fez estudos com as teles, considerando uma meta de chegar a 2014 com 80 milhões de acessos de banda larga, sendo 30 milhões pela rede fixa e 50 milhões pelas redes de telefonia celular. Hoje, o País tem pouco mais de 21 milhões de conexões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os estudos concluem que, se não houver incentivos, o Brasil chegaria a 2014 com 48 milhões de acessos, 32 milhões a menos que a meta. Para bancar a diferença, seriam necessários investimentos adicionais de até R$ 32 bilhões, segundo as estimativas de técnicos das empresas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cumprida esta meta, estariam alcançadas as classe C e D, que, segundo os mesmos técnicos, estariam dispostas a pagar até R$ 30 por mês.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mesmo oferecendo um produto mais barato, as empresas sairiam lucrando porque ganhariam na quantidade. Para participar do projeto, as teles reivindicam desoneração tributária de produtos e serviços de telecomunicações e a liberação de recursos de fundos setoriais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Alvarez já anunciou que serão liberados recursos recolhidos ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) a partir de 2009, que são em torno de R$ 1 bilhão ao ano. Desde 2001, já foram recolhidos pelas empresas mais de R$ 8 bilhões, mas os recursos não foram aplicados em nenhum projeto e vêm sendo usados para fazer superávit primário.  &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:47:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/plano+de+banda+larga+preve+nova+empresa+estatal+9152141.html</guid>
    </item>
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      <title><![CDATA[Para indústria e bancos, governo vai usar SAT para arrecadar mais]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/para+industria+e+bancos+governo+vai+usar+sat+para+arrecadar+mais+9152140.html</link>
      <description>A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU)  que representam setores de risco elevado  consideram que a nova forma de se calcular o Seguro Acidente de Trabalho (SAT), ao invés de bonificar as empresas que investem em prevenção, vai apenas punir as grandes companhias.  Para os representantes dessas entidades, por trás da iniciativa do governo, está o desejo de ampliar a arrecadação.Para tentar melhorar a metodologia adotada, a CNI já avisou que está disposta até a recorrer à Justiça. O principal questionamento do setor empresarial é a reclassificação de 1.321 segmentos econômicos, que, na maioria dos casos, passou a ter um risco maior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Essa reclassificação influencia diretamente no valor do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), que começa a vigorar no próximo ano e considera o risco de cada empresa como a frequência, a gravidade e também o custo dos acidentes. "É uma política muito ruim para as grandes empresas", afirmou o gerente executivo da área de Relações de Trabalho da CNI, Emerson Casali.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Casali, em alguns casos, a empresa terá de desembolsar 200% mais com o seguro contra acidente de trabalho em relação a 2009.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Esse tipo de ação faz com que o mercado de trabalho se feche principalmente para as pessoas mais velhas", emendou Casali. "Não é razoável não rever esse processo. Vai ter muita empresa entrando com ações administrativas e judiciais", complementou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;ATAQUE AOS CAIXAS&lt;br&gt;O superintendente de relações do trabalho da Febraban, Magnus Ribas Apostólico, concorda com a CNI. "Será um ataque aos caixas das empresas. O governo não deveria utilizar o FAP para aumentar a arrecadação", comentou. "Somos favoráveis ao conceito do FAP, mas não podemos ser a favor de uma metodologia que não conseguimos checar", disse Apostólico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o presidente da Comissão de Relações Trabalhistas da CBIC, Antonio Carlos Mendes Gomes, a polêmica em torno da nova tributação não afeta diretamente o setor da construção porque este já paga a taxa máxima de SAT, que é 3%. "Mas há perplexidade e insatisfação por causa das informações que são passadas para as empresas, que não conferem. A metodologia distorce a realidade e pune as empresas. É preciso uma revisão", frisou Gomes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O diretor superintendente da NTU, Marcos Vicalho dos Santos, contou que também está apreensivo com a nova metodologia porque as grandes empresas podem ser atingidas e, consequentemente, diminuir as contratações.   &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:47:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/para+industria+e+bancos+governo+vai+usar+sat+para+arrecadar+mais+9152140.html</guid>
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      <title><![CDATA[Trabalho: muda o cálculo de seguro contra acidente]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/trabalho+muda+o+calculo+de+seguro+contra+acidente+9152139.html</link>
      <description>Mesmo com a pressão da indústria, o governo não abre mão de alterar, em janeiro de 2010, a forma de cálculo do Seguro Acidente de Trabalho (SAT) para premiar as empresas que investem na melhoria das condições de trabalho e punir, com uma tributação maior, as companhias com taxas elevadas de acidentes. A partir do próximo ano, será incluído no cálculo do seguro o chamado Fator Acidentário de Prevenção (FAP), que poderá reduzir pela metade ou dobrar o valor pago pela empresa para cobrir os acidentes de trabalho.Atualmente, o SAT tem três alíquotas - 1%, 2% ou 3% da folha de pagamento -, mas esse valor pode variar conforme o FAP da empresa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O FAP é um multiplicador (0,5 a 2,0) das alíquotas do SAT. Ele é calculado com base na frequência, gravidade e custo dos acidentes de trabalho. Com a nova fórmula de cálculo do SAT, uma companhia do setor de construção civil paga uma alíquota de 3%. No próximo ano, se a companhia tiver registros de acidentes, poderá ser obrigada a pagar de seguro até 6% de sua folha de pagamento. Caso faça investimentos em prevenção e não tenha acidentes, poderá reduzir pela metade o valor desembolsado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o ministério da Previdência Social, o número de acidentes está crescendo no País e é preciso ter alternativa para financiar o rombo nas contas públicas. Por outro lado, o setor empresarial, encabeçado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), alega que a medida é apenas arrecadatória e prejudica as empresas que mais investem. Por isso, defendem um adiamento da medida por alguns meses.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um grupo de trabalho com representantes do governo, empresários e trabalhadores foi criada para debater o assunto. Os empresários ameaçam entrar na Justiça caso mudanças não sejam implementadas no sistema.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pelos cálculos do ministério da Previdência, das 952.561 companhias que pagam o SAT, 879.933 ou 92,37% do total, deverão ter a contribuição reduzida com as novas regras. O restante - 72.628 empresas ou 7,62% delas - terão de desembolsar mais para cobrir as despesas com acidentes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apesar das reclamações da indústria, o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, Remígio Todeschini, reforçou o discurso de que os recursos arrecadados no SAT são insuficientes para cobrir as despesas com acidentes de trabalho, o que pressiona ainda mais o déficit das contas públicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De 2003 a 2009, o saldo negativo chegou a R$ 30,3 bilhões na conta do seguro acidente. "Na nova metodologia será considerada a acidentalidade de cada empresa por setor econômico", ressaltou Todeschini. Além disso, segundo o diretor, a quantidade de acidentes não para de crescer no país. Somente de 2007 para 2008, houve um aumento de 13,36%, passando de 659.523 para 747.663.&lt;br&gt;&lt;br&gt;São consideradas ocupações com grau de risco elevado (sujeitas à alíquota de 3%) aquelas ligadas à siderurgia, construção de edifícios, obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte de dutos, coleta e tratamento de resíduos e transporte rodoviário. Atualmente, os bancos, devido aos elevados registros de LER/DORT (lesões por esforços Repetitivos e distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho) e problemas psicológicos, também estão entre os setores econômicos sujeitos à alíquota de 3%. &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:47:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/23/trabalho+muda+o+calculo+de+seguro+contra+acidente+9152139.html</guid>
    </item>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Tóquio permanece fechada por causa de feriado no Japão]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/22/bolsa+de+toquio+permanece+fechada+por+causa+de+feriado+no+japao+9152112.html</link>
      <description>Tóquio, 22 nov (EFE).- A Bolsa de Valores de Tóquio permanecerá fechada nesta segunda-feira por causa da festa japonesa do Agradecimento pelo Trabalho.EFE 	   do/ma</description>
      <pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:59:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Reliance Industries faz oferta pela LyondellBasell]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/22/reliance+industries+faz+oferta+pela+lyondellbasell+9152013.html</link>
      <description>A indiana Reliance Industries Ltd., uma gigante de energia e materiais industriais, fez uma oferta em dinheiro para tomar o controle da LyondellBasell Industries, quando a empresa petroquímica holandesa sair da concordata, informou a LyondellBasell em comunicado neste sábado.&lt;P&gt;Nenhuma das duas empresas informou o valor da oferta, mas a empresa indiana poderia pagar até US$ 12 bilhões, de acordo com analistas, que se basearam em avaliações anteriores sobre a indústria petroquímica sediada na Holanda.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Se as empresas chegarem a um acordo, ele estará entre as maiores aquisições internacionais feitas por uma empresa indiana e criaria uma potência mundial de energia e produtos químicos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A Reliance é a maior fabricante mundial de fibras de poliéster e fatura mais de US$ 32 bilhões por ano. Antes de pedir concordata em janeiro, a LyondellBasell, terceira maior empresa mundial de produtos petroquímicos, informou vendas anuncias de US$ 50,7 bilhões. As informações são do "Wall Street Journal" Ásia.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A Reliance é comandada por Mukesh Ambani, o homem mais rico da Índia. A empresa tradicionalmente manteve seu foco no mercado indiano, enquanto outras companhias do país, como o Tata Group, optaram pela expansão internacional. A Tata Motors comprou as marcas Jaguar e Land Rover e o braço siderúrgico do Tata comprou a aciaria anglo-holandesa Corus.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mas no 35º encontro anual da Reliance, Ambani sugeriu planos agressivos de expansão mundial. A Reliance controla o maior campo de gás natural da Índia, o KG, na costa leste do país, que deverá dobrar a produção indiana de gás dos atuais 80 milhões de pés cúbicos diários. A empresa também opera duas refinarias de petróleo no Estado de Jamnagar.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A LyondellBasell, sediada na Holanda, ajudaria a Reliance com sua rede de distribuição em dois mercados importantes - os Estados Unidos e a Europa - e por isso a aquisição seria mais do que de uma empresa petroquímica, de acordo com uma pessoa familiarizada com a estratégia da Reliance. As informações são da Dow Jones.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=ig_content&amp;amp;o=IG&amp;amp;first_o=IG&amp;amp;q=petroqu%EDmica" target=_top&gt;petroquímica&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:04:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EUA investigam vazamento em usina nuclear]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/22/eua+investigam+vazamento+em+usina+nuclear+9152001.html</link>
      <description>Washington, 22 nov (EFE).- A Comissão Reguladora Nuclear dos Estados Unidos enviou hoje uma equipe de investigadores à usina nuclear de Three Mile Island, na Pensilvânia, para analisar o impacto de um vazamento em um de seus módulos.A companhia Exelon Nuclear informou em comunicado que o alerta de contaminação radioativa soou no sábado à noite na Unidade 1 da usina, situada na cidade de Middletown. Os 150 trabalhadores que estavam em serviço foram retirados do local.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   A unidade estava fechada desde 26 de outubro para recarregar combustível e obras de manutenção e substituição dos geradores a vapor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   O porta-voz da Exelon Nuclear, Beth Archer, disse que os investigadores estão buscando a causa do vazamento e assegurou que a radiação foi rapidamente contida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Segundo indicou, as primeiras provas indicam que a contaminação afeta só a parte interior do edifício e não saiu da construção, e que por isso não há riscos maiores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   No entanto, segundo o diário local "The Examiner", 20 empregados foram tratados por excesso de radiação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   A usina de Three Mile Island foi cenário do pior acidente nuclear da história dos EUA, quando em 1979 houve uma fusão acidental do núcleo em um reator da unidade, que a companhia fechou posteriormente. EFE 	   elv/rr</description>
      <pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:28:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Cadbury preferia fusão com Hershey, diz dirigente]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/22/cadbury+preferia+fusao+com+hershey+diz+dirigente+9151916.html</link>
      <description>A indústria britânica de chocolates Cadbury Plc preferiria uma fusão com a norte-americana Hershey Co., ao invés da também norte-americana Kraft Food Inc., disse&amp;nbsp;neste domingo&amp;nbsp;o dirigente da empresa britânica, Roger Carr, ao jornal "Sunday Telegraph". De qualquer maneira, ele disse que os dois grupos norte-americanos irão fracassar se não puderem apresentar ofertas generosas pela empresa, reportou o jornal.Carr disse que "nós estamos com o foco na entrega de valor aos acionistas, como uma empresa independente, mas nós levaremos em consideração qualquer oferta atrativa vinda de uma fonte séria". "Claramente, enquanto algumas empresas que fariam ofertas potenciais estão mais alinhadas com nosso modelo de negócios que outras, é o valor da oferta ao invés da fonte da oferta que é nossa prioridade", disse Carr.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O fundo de truste que controla a Hershey Co. está se movimentando para lançar uma oferta rival de US$ 17 bilhões pela Cadbury, que seria maior e envolveria mais dinheiro que a oferta feita pela Kraft Foods Inc., informaram na sexta-feira várias fontes ao "Wall Street Journal". As informações são da Dow Jones.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Cadbury" target=_top&gt;Cadbury&lt;/A&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:20:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Nestlé pode bater oferta da Kraft e comprar Cadbury, diz mídia]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/22/nestle+pode+bater+oferta+da+kraft+e+comprar+cadbury+diz+midia+9150917.html</link>
      <description>ZURIQUE - A Nestlé, gigante do setor alimentício, está estudando uma oferta pela Cadbury para cobrir a oferta agressiva de 9,9 bilhões de libras da Kraft Foods Inc. e uma potencial ofensiva da Hershey, informou a Bloomberg neste domingo. A Nestlé ainda pesa suas opções e pode decidir não fazer uma oferta, disse a Bloomberg, citando duas fontes anônimas com conhecimento do assunto. &lt;P&gt;A fabricante de chocolate italiano Ferrero e a norte-americana Hershey juntaram forças e disseram na quarta-feira estarem analisando uma possível oferta pela Cadbury.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O diário italiano Il Sole 24 Ore relatou que executivos da Hershey irão à Itália para realizar uma reunião definitiva com a Ferrero nos próximos dias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Entretanto, Roger Carr, presidente da Cadbury, disse ao jornal Sunday Telegraph que seu grupo preferiria uma fusão com a Hershey ao invés da Kraft, mas acrescentou que as duas ofertas podem fracassar se não forem generosas o suficiente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Cadbury" target=_top&gt;Cadbury&lt;/A&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:32:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Venezuela no Mercosul entra na pauta do Senado]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/22/venezuela+no+mercosul+entra+na+pauta+do+senado+9147994.html</link>
      <description>Projeto que inclui a Venezuela no Mercosul pode ser votado na próxima terça-feira. Após ser aprovado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) no dia 29 de outubro, o projeto430/08, que aprova o texto do protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul , entrou na Ordem do Dia e está liberado para ser votado pelos senadores. &lt;P&gt;Com 12 artigos, o texto estabelece, entre outras medidas, que os bens produzidos na Argentina e no Brasil, sócios mais desenvolvidos do Mercosul, deverão entrar sem restrições e tarifas no mercado da Venezuela até 1º de janeiro de 2012, excetuando produtos considerados sensíveis - que desfrutam de maior proteção dos governos nas negociações comerciais -, para os quais o prazo se estende até 1º de janeiro de 2014. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O texto determina prazo de quatro anos, contados da entrada em vigor do protocolo de adesão, para que a Venezuela adote o conjunto de normas vigentes no Mercosul, a nomenclatura do bloco e a tarifa externa comum (TEC). O protocolo foi assinado em Caracas, em 4 de julho de 2006, pelos presidentes dos países do Mercosul: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com a adesão da Venezuela, o Mercosul passa a constituir um bloco com mais de 250 milhões de habitantes e terá um Produto Interno Bruto (PIB) superior a US$ 1 trilhão, o que corresponde a 76% do PIB da América do Sul. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Leia mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=ig_content&amp;amp;o=IG&amp;amp;first_o=IG&amp;amp;q=Venezuela" target=_top&gt;Venezuela&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:08:27 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/22/venezuela+no+mercosul+entra+na+pauta+do+senado+9147994.html</guid>
    </item>
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