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    <title>Último Segundo :: Economia</title>
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    <description>Economia</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 06:31:00 -0300</pubDate>
    <lastBuildDate>Mon, 09 Nov 2009 06:31:00 -0300</lastBuildDate>
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      <title><![CDATA[Último Segundo :: Economia]]></title>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Londres: FTSE-100 abre em alta de 0,33%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/bolsa+de+londres+ftse+100+abre+em+alta+de+033+9048957.html</link>
      <description>Londres, 9 nov (EFE).- O índice geral da Bolsa de Valores de Londres, o FTSE-100, abriu em alta de 17,08 pontos (0,33%), aos 5.142,72. EFE 	   vg/ma</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 06:26:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Barril do Brent sobe e abre a US$ 77,10]]></title>
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      <description>Londres, 9 nov (EFE).- O barril de petróleo Brent para entrega em dezembro abriu hoje em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, cotado a US$ 77,10, alta de US$ 1,23.EFE 	   vg/ma</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 05:37:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TV americana lucra também com programa gravado]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/tv+americana+lucra+tambem+com+programa+gravado+9048046.html</link>
      <description>Parece uma versão da síndrome de Estocolmo, só que no contexto da indústria de mídia. Executivos de redes de televisão se apaixonaram por um antigo tormento: o Digital Video Recorder, ou DVR, sistema que permite a gravação de programas de TV a cabo ou via satélite.A razão para esse namoro é simples: mais e mais lares americanos possuem DVRs - 33%, em comparação com os 28% de casas com a tecnologia em 2008. Isso vem ajudando alguns programas, antes considerados marginais, a se tornarem hits. Também conta o fato de as pessoas parecerem felizes em aguentar até o fim os comerciais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esses fatores combinados significam que os índices de audiência do DVR agora acrescentam valores significativos à receita das emissoras. "O DVR ia matar a televisão", afirmou Andy Donchin, diretor de investimentos em mídia da agência de publicidade Carat. "Mas não foi isso que ocorreu."&lt;br&gt;Contra a expectativa de todos, perto da metade de todas as pessoas que assistem programas gravados ainda ficam estendidos no sofá assistindo mensagens publicitárias sobre filmes, carros e cervejas. De acordo com a Nielsen, 46% dos telespectadores entre 18 e 49 anos de idade, das quatro cadeias de televisão, assistem aos comerciais durante a gravação dos programas, um pouco a mais em relação ao ano passado. Então, por que as pessoas estão desprezando a oportunidade de pular o bloco dos comerciais?&lt;br&gt;A razão mais básica, de acordo com Brad Adgate, vice-presidente de pesquisa da Horizon Media, é que o comportamento que serviu de base para a televisão desde sua invenção persiste em um grau ainda maior que o esperado. "Trata-se de uma atividade passiva", diz Adgate.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E esses espectadores passivos estão assistindo em número grande o suficiente para tornar alguns hits da TV (como "House", na Fox) em sucessos maiores ainda. Programas de sucesso mediano, como "How I Met Your Mother", da CBS, se tornaram programas bem lucrativos, e séries encrencadas, como "Heroes", da NBC, viraram sobreviventes viáveis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Há dois anos, em uma mudança sísmica em relação às práticas do passado, a Nielsen começou a medir o consumo de televisão por um índice de audiência que mede se o telespectador assiste aos comerciais durante seus programas de TV favoritos, mesmo que gravados, dentro de três dias. Esse método substituiu o uso de rankings de audiência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Naquele momento, executivos de cadeias de TV resistiram ferozmente à mudança, temendo que eles jamais receberiam crédito por programas gravados porque os espectadores pulariam a exibição dos comerciais. Mas os números mostram o contrário. "É completamente contraintuitivo", afirma Alan Wurtzel, presidente da área de pesquisa da NBC. "Mas os fatos estão aí." &lt;br&gt;LUCRO&lt;br&gt;Os ganhos com o uso de gravações estão crescendo. A melhor estimativa para a atual temporada, afirma David F. Poltrack, chefe do departamento de pesquisas da CBS, girava em torno de 1% de crescimento da audiência dos programas gravados em relação aos programas ao vivo. Mas, em vez disso, os ganhos estão na faixa de 7% a 12%, com alguns shows registrando aumento de mais de 20% quando o índice de audiência com DVR são adicionados. As quatro redes de televisão juntas registram um aumento na audiência de 10%. "É essa magnitude que está nos surpreendendo", diz Poltrack. &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:46:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Dados sobre inflação serão destaque na semana]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/dados+sobre+inflacao+serao+destaque+na+semana+9048045.html</link>
      <description>No cenário doméstico, a semana será repleta de indicadores de inflação, com destaque para o IPCA de outubro que, de acordo com os economistas do mercado financeiro, tende a captar os aumentos recentes nos preços dos combustíveis e uma queda menor nos preços dos alimentos. Importante também será a divulgação do resultado das vendas do varejo em setembro, além do anúncio da Anfavea sobre a produção e vendas de veículos no mês passado.No exterior, a agenda é fraca nos Estados Unidos, com feriado na quarta-feira, Dia dos Veteranos. Destaque para a Europa, onde as principais economias do continente divulgam dados preliminares sobre o PIB do terceiro trimestre. Espera-se que o relatório da zona do euro aponte o primeiro período de crescimento da região desde o primeiro trimestre de 2008. &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:46:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Classes D e E viram prioridade para empresas]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/classes+d+e+e+viram+prioridade+para+empresas+9048044.html</link>
      <description>A classe C, que até pouco tempo atrás era a mais cortejada pela indústria e pelo comércio, começa a perder a atratividade para as camadas inferiores, as classes D e E, que ainda têm pouco acesso ao crediário e a renda menos comprometida com outras despesas, como internet, TV a cabo e prestações do crédito consignado. Segundo pesquisa da LatinPanel, a classe C das regiões Norte e Nordeste, que tem renda mensal familiar entre quatro (R$ 1.860) e dez salários mínimos (R$ 4.650) gastou nos últimos 12 meses até setembro deste ano R$ 5,46 bilhões com alimentos, bebidas e artigos de higiene e limpeza. Essa cifra é 35% menor que a desembolsada com esses mesmos produtos pelas camadas A e B da população que vive na região Sudeste.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"As classes D e E passaram a ser olhadas com mais carinho pelos empresários porque estão saindo do estágio de consumo de subsistência", afirma o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Isael Pinto, presidente da General Brands, que produz sucos em pó e pronto para beber, já detectou o potencial desse novo mercado. Faz um mês que a companhia, que é dona da marca Camp, lançou um novo suco em pó. Batizado de Fructos Plus, o suco é voltado para a baixa renda do Norte e Nordeste.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O pacotinho de 20 gramas do novo suco em pó custa entre R$ 0,39 e R$ 0,45 no varejo e rende dois litros do produto já adoçado. O saquinho de 35 gramas da marca Camp, mais voltada para as classes B e C, sai por R$ 0,59 no varejo e rende um litro de suco, também adoçado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Idealizei esse novo produto quando estava numa vendinha numa cidade do interior do Maranhão, num dia em que a temperatura passava de 35 graus", diz o empresário. Ele conta que observou uma senhora pobre fazendo as contas de quanto iria gastar para comprar suco para os seis filhos. "Percebi que havia uma oportunidade de mercado para um suco mais barato e com maior rendimento."&lt;br&gt;O resultado dessa percepção do empresário já se traduz em números. No primeiro mês, já produziu e vendeu o pó para fazer o equivalente a 7,2 milhões de litros de suco. "O resultado nos surpreendeu. Já penso em montar uma fábrica no Nordeste", diz Pinto. Ele conta que o desempenho das vendas de todos os produtos da companhia para as classes De E no Nordeste é três vezes superior ao registrado nas classes A e B no Sudeste. Além dos sucos, ele fabrica chiclete e outros confeitos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Perfetti Van Melle, fabricante da bala Mentos, é outra indústria que acaba de colocar no mercado produtos feitos sob medida para as classes D e E do Nordeste. Tatiana Checchia Gonçalves, gerente da marca Mentos, conta que lançou quatro sabores da bala em embalagens menores: no lugar de 14 unidades são 11, o que reduz em 27% o preço do produto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Antes mesmo de desenhar produtos com características específicas para a região, a empresa já vem colhendo bons resultados de vendas no Nordeste. No bimestre agosto-setembro, as vendas de dropes, pastilhas e caramelos da companhia no Nordeste cresceram 46% em valor na comparação com igual período do ano passado, enquanto na região Sudeste o acréscimo foi de 8%, nas mesmas bases de comparação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Christine Pereira, diretora da LatinPanel e responsável pela pesquisa de consumo domiciliar, ressalta que há muitas oportunidades na região Norte e Nordeste para as indústrias de alimentos e produtos de higiene e limpeza. Ela cita como exemplo cinco produtos que ainda têm pouca presença na cesta de compras da população local de menor renda em relação ao restante do País. São eles: creme de leite, leite condensado, maionese, molho de tomate e amaciante de roupas. &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:46:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Pobres já gastam 5% mais que ricos]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/pobres+ja+gastam+5+mais+que+ricos+9048043.html</link>
      <description>Os pobres do Norte e Nordeste estão consumindo mais que os ricos do Sudeste. Nos últimos 12 meses até setembro deste ano, as classes D e E das regiões Norte e Nordeste do País gastaram R$ 8,8 bilhões com uma cesta de alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza.Essa cifra é 5% maior que a desembolsada pelas camadas A e B (R$ 8,4 bilhões) que vivem no Sudeste do País no mesmo período com esses itens, revela estudo exclusivo da LatinPanel, maior empresa de pesquisa domiciliar da América Latina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em igual período do ano passado, a situação era exatamente inversa: o gasto das camadas que compõem a base da pirâmide social no Norte e Nordeste com bens não duráveis havia sido 5% inferior ao das classes A e B do Sudeste. "Houve uma reversão", afirma Christine Pereira, diretora da empresa e responsável pela pesquisa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ela atribui a mudança a fatores conjunturais. Inflação em baixa, que dá mais poder de compra ao consumidor, ganhos de renda dos trabalhadores que recebem salário mínimo e o fato de a crise não ter afetado as camadas de menor renda explicam, segundo Christine, o avanço do consumo dos bens não duráveis pelos mais pobres. Os dados da pesquisa foram obtidos a partir de visitas semanais a 8,2 mil domicílios para auditar o consumo de 65 categorias de produtos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Embora em maior número, as famílias das classes D e E do Norte e do Nordeste têm renda agregada bem menor que a das famílias das classes A e B do Sudeste. No Norte e no Nordeste, há 6,9 milhões de lares que recebem até quatro salários mínimos (R$ 1.860) por mês, o que corresponde a 40% do total de famílias das classes D e E do País. Já as classes A e B somam 4,9 milhões de domicílios no Sudeste ou 45% dos lares desse estrato social do Brasil. Essas famílias têm renda mensal superior a dez salários mínimos (R$ 4.650).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, boa parte do avanço do consumo dos mais pobres se deve ao aumento real do salário mínimo de 5,7% concedido neste ano. "O salário mínimo pesa muito nas regiões Norte e Nordeste", diz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nas contas dele, a massa real de renda dos ocupados, pensionistas da Previdência e também beneficiários do Bolsa Família cresceu 7,7% no Norte e Nordeste no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2008. O acréscimo é mais que o dobro do registrado para essa população que vive no Sudeste do País, que foi de 3,1% nas mesmas bases de comparação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além disso, Borges ressalta que a inflação dos mais pobres, que ganham até cinco salários mínimos (R$ 2.325), medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), perdeu fôlego este ano. Após fechar 2008 com alta de 6,5%, a maior taxa desde 2003, o INPC deve encerrar 2009 com aumento de 4,5%, prevê. &lt;i&gt;As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:46:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Reservas de divisas do Japão aumentam para US$ 1,05 trilhão]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/reservas+de+divisas+do+japao+aumentam+para+us+105+trilhao+9048041.html</link>
      <description>Tóquio, 9 nov (EFE).- As reservas em moeda estrangeira do Japão, as maiores do mundo depois da China, aumentaram em outubro para o recorde de US$ 1,05 trilhão, por causa da alta do preço do ouro e a valorização do euro.Segundo informou hoje o Ministério de Finanças japonês, o último aumento da reservas estrangeiras do Japão foi de US$ 4,170 bilhões frente ao mês anterior, o terceiro aumento mensal consecutivo registrado pelo país asiático.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   As reservas japonesas são compostas principalmente por valores, depósitos em moeda estrangeira, ouro e posições de reserva e direitos no Fundo Monetário Internacional (FMI).&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Os dados do Ministério das Finanças mostram que, no final de outubro, o Japão contava com 4,32% menos de dólares em valores estrangeiros, devido à força do iene frente à moeda americana e às baixas taxas de juros nos Estados Unidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   O Grupo dos 20 (G20, os países mais desenvolvidos e as principais nações emergentes), solicitou em abril a emissão de direitos especiais de giro do FMI como parte de uma estratégia mais ampla para combater a crise, o que aumentou as reservas estrangeiras do Japão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Segundo o FMI, a China dispõe das maiores reservas do mundo, seguida por Japão, Rússia, Índia e Taiwan. EFE 	   clb/ma</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:11:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Hong Kong: Hang Seng abre em leve alta de 0,80%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/bolsa+de+hong+kong+hang+seng+abre+em+leve+alta+de+080+9048036.html</link>
      <description>Hong Kong, 9 nov (EFE).- O índice Hang Seng da Bolsa de Valores de Hong Kong abriu em leve alta de 174,79 pontos (0,80%), aos 22.004,51. EFE 	   mch-rat/ma</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 01:05:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Negociações comerciais e financeiras entre Taiwan e China avançam]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/09/negociacoes+comerciais+e+financeiras+entre+taiwan+e+china+avancam+9048034.html</link>
      <description>Taipé, 9 nov (EFE).- As negociações entre Taiwan e China para a assinatura de um memorando financeiro e de um Acordo Marco de Cooperação Econômica registraram grandes avanços no fim de semana, anunciam hoje funcionários da ilha.Enquanto o máximo negociador taiuanês com a China, Chiang Pin-kung, assinala que as negociações para a assinatura do memorando financeiro estão quase completadas, o legislador governista Alex Tsai diz que já foi possível o avanço definitivo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Sobre o Acordo Marco de Cooperação Econômica, o vice-ministro de Economia Lin Sheng-chung disse que as negociações formais começarão em dezembro, se não houver imprevistos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   O jornal taiuanês "Jingji Ribao", por sua parte, predisse hoje que o memorando financeiro será assinado antes do dia 5 de dezembro, data em que a ilha realiza eleições locais. EFE 	   flp/ma</description>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:57:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Tóquio abre em queda de 0,24%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/bolsa+de+toquio+abre+em+queda+de+024+9048009.html</link>
      <description>   A Bolsa de Tóquio abriu a sessão desta segunda-feira em baixa de 0,24%, afetada pelos números ruins do emprego nos Estados Unidos divulgados na última sexta-feira e pela valorização do iene em relação ao dólar.Na abertura, o índice Nikkei 225, média não ponderada dos 225 principais valores, perdia 23,47 pontos (-0,24%), a 9.765,88 unidades.&lt;br&gt;&lt;br&gt;mis/ap&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/body.content&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:55:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Bolsa de Tóquio: Nikkei abre em baixa de 0,42%]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/bolsa+de+toquio+nikkei+abre+em+baixa+de+042+9048002.html</link>
      <description>Tóquio, 9 nov (EFE).- O índice Nikkei da Bolsa de Valores de Tóquio abriu em baixa de 41,77 pontos (0,42%), aos 9.747,58.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   O índice Topix, que reúne todos os valores da primeira seção, caiu 5,74 pontos (0,65%), para 868,27 pontos. EFE 	   clb/ma</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:29:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Violência ameaça à imprensa no México e Colômbia, alerta SIP]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/violencia+ameaca+a+imprensa+no+mexico+e+colombia+alerta+sip+9047974.html</link>
      <description>Buenos Aires, 8 nov (EFE).- A violência castiga os meios de comunicação no México e na Colômbia, onde um total de dez jornalistas foram mortos neste semestre, segundo relatórios apresentados hoje diante da assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), em Buenos Aires.Na leitura dos relatórios sobre a situação em cada país americano também sobressaíram denúncias sobre centenas de ataques à imprensa na Venezuela, do "desolador panorama" em Cuba e da "alta periculosidade" e das "agressões" do Governo do Equador.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Além disso, foram feitas advertências à Bolívia que mantém "inalteráveis" os ataques à imprensa, com previsão de um agravamento na situação. As críticas também se estenderam à nova lei de Meios Audiovisuais vigente na Argentina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   "Os meios de comunicação do México sofrem a ameaça constante de assassinatos e agressões em um entorno de impunidade e autocensura", assinalou o documento lido por Juan Healy, de "Periódicos Healy", no México.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Ressaltou que "são mexicanos oito dos 16 jornalistas assassinados desde maio em países latino-americanos", como já havia indicado o presidente da comissão de Liberdade de Imprensa da SIP, o americano Robert Rivard.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Os jornalistas mexicanos foram assassinados quando informavam ou investigavam o crime organizado e casos de corrupção governamental ou nas forças de segurança.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   A apresentação de relatórios sobre a situação da imprensa em cada país americano ocorrerá nesta segunda-feira, durante a abertura da 65ª Assembleia da SIP. EFE 	   alm/dm</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 20:54:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Trufa branca é leiloada por 100.000 euros na Itália]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/trufa+branca+e+leiloada+por+100000+euros+na+italia+9046907.html</link>
      <description>   Uma trufa branca de 750 gramas foi vendida neste domingo por 100.000 euros (148.000 dólares) em um leilão no castelo de Grinzane Cavour, no norte da Itália.A trufa, a maior de um lote de 11 tubérculos, foi arrematada por um comprador de Hong Kong.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O valor total arrecadado pelas 11 trufas ficou em 250.000 euros (371.000 dólares).&lt;br&gt;&lt;br&gt;O recorde de venda de trufas brancas foi batido há dois anos, quando uma trufa de um quilo e meio foi vendida por 330.000 dólares em um leilão na Toscana, norte da Itália.&lt;br&gt;&lt;br&gt;pho-ljm/ap&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/body.content&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:55:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/trufa+branca+e+leiloada+por+100000+euros+na+italia+9046907.html</guid>
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      <title><![CDATA[Rede americana diz que apagão no Brasil foi causado por hackers]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/rede+americana+diz+que+apagao+no+brasil+foi+causado+por+hackers+9046904.html</link>
      <description>   Os dois apagões elétricos que afetaram milhões de brasileiros em 2005 e 2007 foram causados por ataques de hackers contra os sistemas de controle da rede de fornecimento, informou neste domingo a rede de televisão americana CBC.O programa "60 Minutes" indicou que o apagão de 2007 no Espírito Santo, que prejudicou mais de três milhões de pessoas, e o apagão de 2005 no Rio de Janeiro foram causados por hackers.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O programa revela informações colhidas em uma investigação sobre a ameaça de ataques virtuais nos Estados Unidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O ex-chefe da inteligência americana Mike McConnell declarou ao "60 Minutes" que acredita na possibilidade de um ataque semelhante nos Estados Unidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se um grupo de hackers conseguir se inflitrar no sistema elétrico americano, "os Estados Unidos não estarão preparados para enfrentar semelhante ataque", estimou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apenas em 2009, os sites da Casa Branca, do Departamento de Estado e do Pentágono já foram alvo de hackers, em meio a suspeitas de que a Coreia do Norte fosse um dos responsáveis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Coreia do Sul e os EUA fecharam em maio um acordo de cooperação para combater ataques virtuais contra seus sistemas de defesa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Jim Lewis, diretor do Center for Strategic and International Studies, disse ao "60 Minutes" que a segurança virtual dos Estados Unidos tem sido atacada a partir de outros países com frequência nos últimos anos, incluindo o comando das guerras no Afeganistão e no Iraque.&lt;br&gt;&lt;br&gt;ao/ap&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/body.content&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:47:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Strauss-Kahn diz que FMI avalia taxa sobre operações financeiras]]></title>
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      <description> Por Brian Love           PARIS (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional estuda a ideia de fazer com que os bancos paguem uma taxa para financiar futuras operações de socorro no setor, disse o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, neste domingo. Ele afirmou que a taxa estaria de acordo com a proposta feita no fim de semana pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que exortou os governos do mundo a considerar a possibilidade de impor uma taxa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Strauss-Kahn disse por telefone à Reuters que sua organização não estava buscando um imposto mundial sobre transações financeiras --a chamada Taxa Tobin--, que foi uma das várias opções levantadas por Brown.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas os relatos da imprensa britânica sugerindo que há uma divisão entre o FMI e o governo britânico sobre a ideia fundamental de impor uma taxa estão errados, disse Strauss-Kahn.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Não estamos considerando no FMI uma taxa Tobin" porque corre o risco de ser inviável, ele disse.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Estamos trabalhando em uma taxa sobre o setor financeiro que, de acordo com o que Gordon Brown disse, iria solicitar um prêmio de seguro a partir de uma atividade comercial que é mais arriscada do que outras."&lt;br&gt;&lt;br&gt;O FMI apresentará em abril propostas concretas sobre a taxa aos ministros de Finanças do G20 para revisão antes de enviá-las aos líderes do grupo, em junho.</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:34:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Futuro da pesca do atum vermelho será debatido no Brasil]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/futuro+da+pesca+do+atum+vermelho+sera+debatido+no+brasil+9045014.html</link>
      <description>Brasília, 8 nov (EFE).- A Comissão Internacional para a Conservação de Atuns do Atlântico (CICAA) debaterá a partir de segunda-feira como salvar a espécie e ao mesmo tempo impedir o "desastre" que segundo os pescadores provocaria a proibição da captura no Brasil.Representantes dos 50 países-membros da CICAA participarão da reunião que se estende até sexta-feira em Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, para discutir as possíveis restrições e até um veto à pesca do atum vermelho, medida que refutam as empresas pesqueiras da União Europeia (UE) e a maioria dos membros do organismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês), o atum vermelho pode "desaparecer totalmente" em 2012 se for mantido o ritmo de pesca, que no mundo é estimado em 1,3 milhões de toneladas por ano, das quais quase 50% no Japão, que não é membro da CICAA.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   As discussões na reunião serão centradas na pesca em águas do Atlântico e do Mediterrâneo, nas quais os ecologistas estimam que sejam capturadas 50 mil toneladas por ano, acima das 22 mil toneladas autorizadas pelo organismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Da cota, a UE conta com 12,409 mil toneladas, das quais 4,116 mil toneladas só à Espanha, o maior consumidor da espécie no bloco comunitário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Pelo fato da indústria atuneira ser uma das mais importantes na Europa, as decisões adotadas no Brasil serão chaves no futuro imediato.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   A proposta mais polêmica é impulsionada pelo Principado de Mônaco, conta com apoio de organizações ambientalistas e incluiu o atum vermelho no Anexo I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES).&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Na prática, essa medida, que também tem respaldo da França, Reino Unido, Holanda e Alemanha, proibiria o comércio do atum vermelho por um período indeterminado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   A Comissão Europeia (CE), que representará à UE na reunião, se mostrou disposta a aceitar que a cota de capturas se reduza das atuais 22 mil toneladas para 15 mil toneladas em 2010.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   A entidade declarou que a proposta de suposto veto à pesca do atum vermelho vai depender de relatórios científicos que serão apresentados durante a reunião.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Segundo dados do Ministério de Pesca do Brasil, somente a captura do atum vermelho no Oceano Atlântico movimenta um negócio de US$ 4 bilhões por ano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   O Brasil, nos mais de 7,5 mil quilômetros de costa no Atlântico, captura por ano cerca de 34 mil toneladas de atum. EFE 	   ed/dm</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 15:54:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Com economia em alta, oposição buscará discutir o PAC nas eleições do ano que vem]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/com+economia+em+alta+oposicao+buscara+discutir+o+pac+nas+eleicoes+do+ano+que+vem+9037970.html</link>
      <description>Governo e oposição concordam em um ponto: no ano eleitoral de 2010, o crescimento do PIB do Brasil ficará entre 4% e 6%. O presidente Lula foi informado pela equipe econômica de que, no terceiro trimestre, a taxa anualizada deverá estar e torno de 7%. A oposição não rebate. Mas a convergência de ideias fica por aí. Os lados têm visões bastante opostas sobre o futuro do país e já afiam seus discursos para as campanhas. &#xD;
&lt;P&gt;"Vamos manter o debate de que o resultado positivo na economia é fruto de uma &#xD;
base construída no governo anterior [de Fernando Henrique Cardoso]", afirma o &#xD;
deputado Rodrigo Maia (RJ), presidente do Democratas, o principal aliado do &#xD;
PSDB. "Atualmente, temos perdas de oportunidades. O governo atual não conseguiu &#xD;
resolver questões de saúde, segurança, gestão". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Cândido &#xD;
Vaccarezza, líder do PT na Câmara, discorda: "Ficou claro que o governo Lula é &#xD;
superior. Na última crise periférica vivida pelo Brasil, FHC e o partido &#xD;
Democratas (antigo PFL) responderam com aumento de juros e impostos e corte de &#xD;
investimentos". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;O senador Aloísio Mercadante (PT-SP) ressalta que &#xD;
o Brasil é reconhecidamente um dos países que teve o melhor desempenho este ano, &#xD;
por ter sido o último a entrar e o primeiro a sair da crise. "Preservamos a &#xD;
estabilidade, em momento algum tivemos menos de US$ 200 bilhões de reservas &#xD;
cambiais", diz Mercadante. "As medidas do governo foram muito eficientes, a &#xD;
exoneração de setores como o automobilístico e de eletrônicos foi positiva &#xD;
e&amp;nbsp;o varejo está em crescimento. Todos os dados mostram que a recuperação é &#xD;
forte e está se generalizando."&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Para&amp;nbsp;Mercadante, o ano de 2010 terá bom ambiente econômico e social. "A &#xD;
situação social será mais confortável do que na última eleição porque os &#xD;
programas de inclusão foram eficientes, mesmo na crise", diz.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Para &#xD;
2010, o PT trabalha com a perspectiva de "aceleração de pelo menos 4% do PIB, &#xD;
inflação abaixo de 4,5%, juros nominais de um dígito, reservas cambiais &#xD;
superiores a US$ 200 bilhões, inexistência de dívida externa e&amp;nbsp;redução &#xD;
significativa da dívida interna com relação ao PIB. O partido acredita ainda que &#xD;
haverá ampliação do investimento em 13,2%, crescimento real da massa salarial de &#xD;
4,5%, desemprego em queda de 8,7% para 8%, aumento de, pelo menos, 4% no consumo &#xD;
das famílias, elevação de 8% nas vendas no varejo e reajuste real de 10% no &#xD;
salário mínimo. Os dados são da cartilha "A conjuntura atual e seus &#xD;
desdobramentos", compilada por Vaccarezza. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os dados, no entanto,&amp;nbsp;não impressionam políticos da oposição. "Está &#xD;
comprovado que a economia mexe com o voto nos dois extremos: numa expansão &#xD;
acelerada ou numa recessão acentuada. É preciso extirpar a inflação desses &#xD;
índices otimistas", diz Cesar Maia (DEM-RJ), ex-prefeito do Rio de Janeiro. &#xD;
"Descontada a taxa anual de aumeno dos preços, a economia estará crescendo algo &#xD;
em torno de 2,5% ao ano. Isso não influencia o &#xD;
eleitor."&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;PAC&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;A maior arena de debate &#xD;
promete ser o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), capitaneado pela &#xD;
ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata do PT à sucessão do presidente &#xD;
Lula. O partido promete "manter e efetivar políticas que resgatem o investimento &#xD;
público e privado em infraestrutura" e cita as obras do PAC como exemplo. &#xD;
Opositores têm ressalvas.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;"O governo federal só conversa. Sua capacidade de &#xD;
investimento é zero", afirma o deputado José Aníbal (SP), líder PSDB na Câmara. &#xD;
"Em 2009, o PAC avançou apenas 15%. Está em crise."&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Para &#xD;
Rodrigo Maia, o PAC é "um caso de má gestão, que traz prejuízo grande". "O &#xD;
programa não progride, apesar da arrecadação", diz Maia. "Se a infraestrutura já &#xD;
estivesse em outro patamar, haveria mais empregos e mais oportunidades para a &#xD;
iniciativa privada."&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;"Sem logística e infraestrutura, criam-se &#xD;
gargalos imensos para o investimento privado", concorda José Aníbal. &#xD;
&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Cesar Maia acredita, inclusive, que o PAC pode se tornar um fator &#xD;
favorável à oposição e não ao governo. "É uma marca que funcionou bem enquanto &#xD;
criou expectativas", diz ele. "Hoje, inverteu o efeito, pois se cobra o que se &#xD;
prometeu e não se cumpriu."&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;O partido do presidente Lula crê que a &#xD;
população pode ainda não ter conhecimento da extensão das obras do PAC, mas &#xD;
ficará bem informada quando começar a propaganda eleitoral. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;"Com a &#xD;
aliança que fizemos (com o PMDB), conquistamos mais tempo de TV para mostrar ao &#xD;
Brasil todos os projetos estruturantes: construção de hidrelétricas, da ferrovia &#xD;
Norte-Sul, da Transnordestina, gasodutos, refinarias, reformas de estradas, &#xD;
viadutos, levantamento de linhas de energia e ampliação de serviços de &#xD;
saneamento básico", afirma Mercadante. "O importante é que a eleição permitirá a &#xD;
comparação do governo Fernando Henrique com o de Lula. Estamos preparados para o &#xD;
debate em todas as áreas. Nossos indicadores são consistentes e&amp;nbsp;haverá um &#xD;
sentimento de vazio e comoção nacional quando Lula sair do poder. O povo vai &#xD;
eleger a Dilma. O terceiro mandato de Lula é a Dilma". &lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
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      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:50:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[ONU alerta para risco de falta de comida no Sudão]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/onu+alerta+para+risco+de+falta+de+comida+no+sudao+9044034.html</link>
      <description>   O sul do Sudão pode enfrentar a falta sistêmica de alimentos se as autoridades não conseguirem conter a violência tribal, no país em que desnutrição severa já afeta mais de um milhão de pessoas, advertiu neste domingo um alto funcionário da ONU.Pelo segundo ano consecutivo, a baixa pluviosidade em conjunto com os confrontos tribais nos últimos meses podem ter um impacto "grave" na vida das crianças no sul do Sudão disse neste domingo, Hilde Johnson, vice-diretor UNICEF. &lt;br&gt;&lt;br&gt;"A crise pode ficar ruim, muito ruim", disse Johnson durante uma visita a Bor, capital do Estado de Jonglei, um dos mais afetados pela escalada da violência de origem tribal, que já provocou quase 2.000 mortes desde o início do ano. &lt;br&gt;&lt;br&gt;str-gl/fb&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/body.content&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:25:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Com US$ 2 trilhões, China vai às compras]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/com+us+2+trilhoes+china+vai+as+compras+9044029.html</link>
      <description>Destino preferencial de investimentos estrangeiros diretos entre os mercados emergentes, a China começa a inverter o jogo e se firmar como grande investidora em outros países. Com dinheiro em caixa no momento em que as fontes de financiamento secam em todo o mundo e apetite insaciável por matérias-primas e energia, Pequim aproveita a queda de preços dos ativos internacionais e vai às compras. &lt;P&gt;O alvo são empresas de recursos naturais, que atendam as necessidades do crescimento chinês nas próximas décadas. Mas a tendência é que o leque se amplie e inclua grandes marcas globais de bens de consumo e companhias detentoras de alta tecnologia. "Estamos vendo apenas o começo da internacionalização das empresas chinesas. Elas têm recursos, as reservas estão subindo de maneira ininterrupta e o yuan está em trajetória de valorização", disse ao Estado o professor Friedrich Wu, da Nanyang Technological University, de Cingapura, que já publicou vários trabalhos sobre o assunto.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A emergência da China como grande compradora no mercado internacional começou no ano passado, quando seus investimentos no exterior aumentaram 110%, para US$ 55,9 bilhões. O valor supera o recorde de US$ 45 bilhões em investimentos estrangeiros recebidos pelo Brasil em 2008 e é 800% superior ao que as empresas brasileiras destinaram a negócios no exterior em 2007.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Enquanto os investimentos chineses dispararam no ano passado, os dos países desenvolvidos recuaram, em razão da mais grave crise econômica das últimas sete décadas. Líderes do ranking, os Estados Unidos reduziram seus negócios em 18%, para US$ 312 bilhões. A China manteve o mesmo ritmo de janeiro a setembro de 2009, quando investiu em outros países US$ 33 bilhões, 1% a mais que em igual período do ano passado. Sua recente agressividade é sustentada por estatais com dinheiro em caixa e o maior volume de reservas internacionais, que atingiram em setembro US$ 2,27 trilhões, valor maior que todo o PIB brasileiro. As informações são do jornal &lt;B&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/B&gt;. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=china"&gt;China&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:04:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[IIF alerta para risco de bolha especulativa no Brasil]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/08/iif+alerta+para+risco+de+bolha+especulativa+no+brasil+9044025.html</link>
      <description>O Brasil está diante de uma bolha especulativa, advertem economistas ouvidos pelo  Estado . O Institute for International Finance (IIF), espécie de Febraban mundial, diz que "há uma conjunção de fatores preocupantes no Brasil" que podem indicar a formação de uma bolha.O crédito, que teve crescimento de 30% em 2008, cresceu outros 12% este ano - apesar da queda, ainda está em dois dígitos. O País está recebendo grandes volumes de fluxos de capital - em outubro, foi o segundo maior da história. O mercado acionário está em alta e o real bate recordes - foi a moeda que mais se valorizou, cerca de 34% neste ano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Todos esses fatores combinados representam um risco de bolha de ativos", disse Hung Tran, diretor da área de mercado de capitais e mercados emergentes do IIF. "Essa excessiva valorização de ativos e moeda terá de ser corrigida mais cedo ou mais tarde, o que não vai ser fácil."&lt;br&gt;&lt;br&gt;A economia brasileira é vítima do próprio sucesso, dizem os economistas. Com um crescimento expressivo e sistema financeiro saudável, o Brasil vem recebendo muitos investimentos. Mas o Brasil também é refém do ambiente externo: as economias avançadas ainda estão se recuperando, e devem manter as taxas de juros baixas por muito tempo, como sinalizou o Fed nesta semana. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Com juros baixos e dólar em queda, emergentes como o Brasil se tornam principal alvo para o chamado carry-trade. Os investidores tomam emprestado nos EUA, com juros baixos e dólar em queda, e aplicam em tudo quanto é ativo considerado mais arriscado, inclusive no Brasil. O economista Nouriel Roubini alertou para a volta do carry-trade, que anteriormente era feito com o iene, em uma coluna recente no jornal Financial Times. "Os preços dos ativos arriscados subiram demais, muito cedo e muito rapidamente em comparação com os fundamentos macroeconômicos", escreveu Roubini. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Arvind Subramanian, economista do Peterson Institute for International Economics, tanto China como Índia e Brasil são grandes alvos de investimento porque as economias estão em franca recuperação e oferecem bom retorno. "Mas a China controla o câmbio e a Índia tem grandes restrições a capital (como limites em investimentos em títulos domésticos). Então o Brasil, que tem maior liberdade, fica mais vulnerável", diz Subramanian. As informações são do jornal &lt;b&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/b&gt;.</description>
      <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 12:55:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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