Paris, 9 nov (EFE).- A taxa de desemprego nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em setembro se manteve em 8,6%, mesmo índice registrado em agosto, mas aumentou nos países mais castigados pelo problema como Espanha, Irlanda, Eslováquia e Estados Unidos, informou hoje a organização.
Assim, nos quatro países-membros da OCDE nos quais a taxa de desemprego supera os 10%, o desemprego aumentou em setembro.
O dado para a Espanha, líder em desemprego na OCDE, foi de 19,3% em setembro, o que significa um aumento de 0,5 pontos percentuais com relação ao mês de agosto e 6,9 pontos a mais que há um ano.
A Irlanda, segundo país com taxa de desemprego mais alta na OCDE, alcançou um índice de 13% em setembro, também superior ao de agosto em meio ponto percentual e 6,3 em comparação com 2008.
Já na Eslováquia, terceira no ranking, o índice foi de 12% em setembro, ou 0,3 pontos percentuais a mais que em agosto e 3,1 pontos a mais que no mesmo mês do ano passado.
O aumento do desemprego nos EUA foi de 0,4 pontos em setembro, para alcançar uma taxa de 10,2%, dois pontos a mais que um ano antes.
No conjunto da OCDE, onde o desemprego se manteve estável em setembro, o aumento com relação ao mesmo mês de 2008 foi de 2,3 pontos.
Na zona do euro, o desemprego alcançou os 9,7% da população ativa em setembro, um décimo de ponto a mais que em agosto.
A França alcançou uma taxa de desemprego de 10% (0,2 pontos a mais que em agosto e 2 pontos a mais que em 2008), enquanto a Alemanha registrou um índice de 7,6% (0,5 pontos a mais que um ano antes). EFE jaf/pd
