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07/11 -
17:35
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Agência Estado
A taxa sobre o setor financeiro cogitada pelo G-20 em Saint Andrews não tem qualquer relação com os 2% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que o Ministério da Fazenda passou a cobrar sobre o capital de curto prazo que ingressa no país. A ressalva foi feita à Agência Estado pelo diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, que mais uma vez questionou a eficiência da iniciativa brasileira.
"Não tem nada a ver", disparou o executivo. "O que o Brasil criou foi uma taxa de 2% sobre o ingresso de capitais, o que é bastante tradicional." Strauss-Kahn afirmou que não acha a taxa brasileira um problema, "mas também não será muito efetiva". "Repito: o que estamos analisando não tem nada a ver com o controle de capitais, que é a iniciativa que o Brasil assumiu."
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