O otimismo nos mercados persistiu, ontem, graças à queda de 20 mil nos pedidos de auxílio-desemprego nos EUA na semana passada, muito acima do recuo esperado, de 5 mil pedidos. Em Wall Street, os índices aceleraram os ganhos na hora final da sessão e levaram junto a Bovespa.
O Dow Jones voltou a superar o nível de 10 mil pontos e fechou em alta de 2,08%, enquanto S&P subiu 1,92% e Nasdaq, +2,42%.
A Bolsa brasileira teve sua terceira alta consecutiva, e encerrou com valorização de 1,41%, aos 64.815,72 pontos. No mês até ontem, o Ibovespa apurava ganho de 5,31%. Os juros futuros, por sua vez, cravaram novo pregão de queda. O declínio do uso da capacidade instalada da indústria brasileira apurado pela Confederação Nacional da Indústria em setembro reforçou a percepção deixada pelos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística esta semana, de que a atividade cresce a um ritmo não inflacionário que possa pressionar a taxa Selic nos próximos meses.
O juro de janeiro de 2011 caiu a 10,13%. O dólar à vista teve a 3ª baixa seguida, amparada pelo apetite por risco no exterior, mas também limitada pela expectativa de medidas cambiais no Brasil. O dólar caiu 0,35%, a R$ 1,7220 na sessão; e 1,94% no mês. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.