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04/11 -
16:48
, atualizada às 19:17 04/11 -
Redação com agências
Detroit (EUA) - O vice-presidente da General Motors (GM), John Smith, disse nesta quarta-feira, que o plano para a reestruturação da Opel prevê a demissão de 10 mil funcionários. A montadora emprega atualmente mais de 50 mil pessoas na Europa.
A expectativa dele é que a Opel tenha um plano de reorganização até o final do primeiro trimestre que seja aceito por todos os governos envolvidos e pelos sindicatos de empregados.
Segundo Smith, reduções significativas de custos são necessárias para colocar a Opel no caminho de uma estabilização de longo prazo, e cerca de 10 mil cortes de empregos serão considerados em qualquer plano de reestruturação.
Smith disse que a montadora norte-americana ficaria com um "grande buraco estratégico" se prosseguisse com a venda de sua unidade alemã. Na noite de terça-feira, a GM informou que desistiu de vender o controle da Opel para um consórcio que inclui a fabricante canadense de autopeças Magna.
Em teleconferência com jornalistas, Smith disse que a decisão de manter a Opel foi a maior decisão tomada até o momento pelo conselho da GM, empresa que saiu de uma concordata patrocinada pelo governo norte-americano.
O executivo disse ainda que a performance da Opel está melhor do que o esperado, contribuindo para o balanço da companhia.
Conforme Smith, a GM poderá e irá pagar o empréstimo-ponte feito pelo governo alemão, se necessário.
(Com informações da EFE e da Reuters)
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