06/07/2009 -
08:09
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Valor Online
SÃO PAULO - As bolsas da Ásia fecharam sem tendência comum nesta segunda-feira, sob reflexo dos dados de emprego dos EUA, apresentados na semana passada, e à espera do encontro do G-8, os países mais desenvolvidos do mundo, nesta semana. Na quinta-feira da semana passada, véspera de feriado no território americano, o governo do país divulgou que a taxa de desemprego avançou para 9,5% em junho, a maior desde 1983. Os agentes estão atentos à reunião do G-8, na Itália, nos dias 8 a 10 deste mês, que deve expandir para incluir a China e uma série de países em desenvolvimento.
O movimento dos preços das commodities despertou o interesse dos investidores, que receberam a notícia de que a Coreia do Sul, a terceira maior importadora de petróleo da Ásia, irá investir mais de US$ 80 bilhões em eficiência energética para diminuir sua dependência do petróleo.
Ainda mereceu atenção o fato de a China permitir formalmente o uso do yuan para estabelecer comércio transnacional e três empresas baseadas em Xangai completaram as transações usando a moeda chinesa. A iniciativa é entendida como um passo importante na promoção do yuan como uma moeda regional e redução da dependência do dólar pela China.
Em Tóquio, o índice Nikkei 225 fechou em baixa de 1,38%, aos 9.680,87 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 1,23%, ficando em 17.979,41 pontos. Na direção contrária, ficaram o Shanghai Composite, de Xangai, com alta de 1,18%, aos 3.124,67 pontos, e o Kospi, de Seul, que ganhou 0,63% e somou 1.428,94 pontos.
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