20/04/2009 -
09:19
Agência Estado
O lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em 2007, não impediu que a infraestrutura brasileira piorasse no ranking de 134 países, feito pela Fundação Dom Cabral. De 2004 para cá, o setor perdeu 40 pontos e já ocupa o 98º lugar entre as demais nações.
Isso significa que o governo terá de se esforçar bem mais para eliminar os gargalos que atrapalham a competitividade da País no exterior. Para o professor da fundação, Paulo Resende, o PAC foi uma boa iniciativa, já que retomou a questão estratégica do setor.
Para ele, o governo deveria eleger prioridades entre as obras do PAC para conseguir concluí-las até 2010. A justificativa é que quando o governo diz que todas as obras são prioritárias, no fundo, nada é priorizado. No ranking de competitividade, a qualidade das estradas brasileiras ocupa a 110º lugar entre os 134 países. A situação pior, no entanto, foi verificada no setor portuário, cuja qualidade ficou com o 123º lugar. A melhor posição foi de energia, 58º colocação. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
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