13/11 - 16:31 , atualizada às 20:11 13/11 - Redação com agências
Depois de operar em queda de mais de 2%, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) recobrou o fôlego e encerrou o pregão desta quinta-feira no terreno positivo. A bolsa paulista subiu 4,71%, para 35.993 pontos.
A melhora em Nova York e o desempenho dos papéis do setor financeiro conduziram a elevação.
A última fotografia do Ibovespa nem de longe exibe o que foi o pregão de hoje, quando principalmente as ações de tecnologia pressionaram as bolsas norte-americanas para baixo, segurando também o desempenho no Brasil. E isso ocorreu por causa dos cortes em projeções anunciados por Intel, Applied Material e National Semiconductor, além da migração da Dell para a lista de convicção de venda do Goldman Sachs.
A notícia de que também a Alemanha entrou em recessão - ontem o Reino Unido fez tal anúncio - e a previsão da Wal-Mart, a maior varejista do mundo, de resultado abaixo da estimativa dos analistas para o quarto trimestre também vinham segurando os papéis em baixa.
À tarde, no entanto, os papéis de tecnologia e do setor financeiro viraram para cima e levaram os índices acionários dos EUA a renovarem as máximas, ao redor de 2% de ganhos.
Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras PN subiu 2,32%, para R$ 21,10; Vale PNA avançou 1,59%, para a R$ 24,24; BM & FBovespa ON teve ganho de 3,46%, para R$ 5,38; Bradesco PN se valorizou 9,19%, a R$ 23,75; e Vale ON teve alta de 3,33%, para R$ 27,29.
Dólar
O dólar ignorou os leilões do Banco Central e teve o quarto pregão de alta nesta quinta-feira. A disparada na cotação aconteceu no fim do pregão, depois que as bolas aqui e em Nova York acentuaram as perdas.
A moeda norte-americana encerrou o pregão em alta de 3,80%, cotada a R$ 2,376.
(Com informações do Valor Online e Agência Estado)
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