03/07 - 09:20, atualizada às 09:48 03/07 - Redação com agências
O dólar abriu esta quinta-feira em leve alta, de 0,25%, cotado a R$ 1,607.
No mercado futuro, os contratos de agosto negociados na BM & F declinavam 0,15%, a R$ 1,617.
Na quarta-feira, o dólar fechou em R$ 1,603, com queda de 0,12% e na terça-feira, havia ganhado 0,50%.
O dia começa com a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de elevar a taxa básica de juros na zona do euro (15 países europeus que compartilham a moeda) em 0,25 ponto porcentual para 4,25% ao ano.
Pela manhã, o contrato futuro de petróleo já bateu novos recordes de alta, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), a US$ 145,85 o barril, e segue na lista de prioridades e preocupações dos analistas.
Por aqui, a inflação segue como tema de destaque. Especificamente para o câmbio, crescem os debates em torno do espaço que ainda existe para valorização do real ante o dólar que, para muitos, estaria mostrando sinais de esgotamento.
As fortes saídas de capital estrangeiro da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o fluxo cambial negativo de junho, a perspectiva de saldos piores nas contas externas e o recente agravamento do cenário internacional levam especialistas a afirmar que, daqui até o fim do ano, as cotações do dólar ante o real mostrarão maior equilíbrio do que vem sendo registradas nos últimos anos. Essas perspectivas tendem a deixar a moeda norte-americana mais sensível às notícias do dia-a-dia.
Com informações do Valor Online e Agência Estado
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