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Lucro da Volvo cai 13% nos nove primeiros meses do ano

24/10 - 09:42 - EFE

Copenhague, 24 out (EFE).- O consórcio automobilístico sueco Volvo obteve um lucro líquido nos nove primeiros meses do ano de 10,935 bilhões de coroas suecas (1,189 bilhão de euros), uma queda de 13% em relação ao ano passado, informou hoje a companhia.

O lucro bruto no período foi de 15,948 bilhões (1,734 bilhão de euros), 6% a mais que no mesmo período de 2006.

O ganho líquido por exploração (Ebit) subiu 8%, para 16,457 bilhões (1,789 bilhão de euros).

O faturamento foi de 200,849 bilhões de coroas suecas (21,836 bilhões de euros), o que equivale a um crescimento de 5%.

No terceiro trimestre, o lucro líquido caiu 20%, a 3,149 bilhões (342 milhões de euros), devido ao aumento dos juros, segundo um comunicado da Volvo divulgado hoje em Gotemburgo.

O lucro bruto foi de 4,571 bilhões (497 milhões de euros), 45% mais que em 2006, e o Ebit, de 5,01 bilhões (545 milhões de euros), 54%.

O faturamento no trimestre subiu 13%, a 68,367 bilhões (7,433 bilhões de euros).

O presidente da companhia, Leif Johansson, destacou em comunicado o crescimento registrado na Europa, América do Sul e na Ásia, que se transformou no segundo mercado da companhia, graças ao aumento da demanda e da compra de Nissan Diesel, Lingong e Ingersoll Rand.

O aumento da demanda na Europa permitirá à Volvo realizar investimentos nos próximos dois anos para aumentar sua capacidade de produção, anunciou a empresa.

As divisões de caminhões e de equipamentos de construção registraram alta nas vendas no terceiro trimestre de 14% e 32%, respectivamente, a 45,35 bilhões e 12,963 bilhões (4,93 bilhões e 1,41 bilhão de euros).

A seção de ônibus sofreu uma queda de 5% no faturamento, que ficou em 3,588 bilhões (390 milhões de euros), por causa de uma redução nas vendas devido a problemas na produção e ao aumento das perdas no mercado mexicano.

Johansson previu para 2008 um crescimento sustentado da demanda no mercado de caminhões europeu, que aumentará em seu conjunto entre 5% e 10%, assim como uma alta gradual na América do Norte. EFE alc dgr


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