Dilma deve superar Serra em MT, afirma coordenador petista

Responsável pela campanha de ex-ministra no Estado, Luiz Antônio Pagot admite dificuldades de candidata na Capital

Kelly Martins, iG Cuiabá |

O coordenador da campanha do candidato à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) em Mato Grosso, Luiz Antonio Pagot, diz estar confiante de que os eleitores vão garantir a vitória da petista neste domingo.

No primeiro turno da eleição, Dilma perdeu para José Serra (PSDB) por apenas 18 mil votos no Estado

Diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Pagot admite que a ex-ministra enfrenta dificuldades na Capital, Cuiabá, bem como em Barra do Garças e Cáceres.

Em Sinop, a petista já teria revertido a desvantagem para o tucano.

“A diferença de votos é pequena. Estamos trabalhando para mostrar aos eleitores o comprometimento de Dilma com a continuidade das ações do presidente Lula construída em parceria com o Governo”, destaca.

A desvantagem em relação ao PSDB ocorreu, segundo o coordenador da campanha petista, porque houve mais empenho para assegurar a reeleição de Silval no primeiro turno, em detrimento de um resultado mais positivo de Dilma frente a Serra no Estado.

Pagot adotou o discurso de que se Serra ganhar, o dinheiro para obras da região seriam reduzidos, ao passo que ressaltou a articulação política de Silval e do senador eleito Blairo Maggi (PR) com o Governo Federal.

“Com a vitória de Dilma, Mato Groso terá mais espaços. Vamos avançar ainda mais na BR-158 que atravessa o Brasil de Norte a Sul e com a BR-163 que liga a Cuiabá a Santarém no Pará”, promete o coordenador.

Ele acrescenta ter a expectativa de que a vitória da petista no pleito deverá favorecer as áreas de Saúde e Educação do Estado.

Nesse último dia campanha, foram realizadas duas carreatas paralelamente ações como distribuição de material de campanha como adesivos, além de panfletos contendo propostas da candidata.

Para o senador Jaime Campos (DEM), principal articulador da campanha de Serra no segundo turno, o tucano vai conseguir consolidar a liderança.

Em sua opinião, Serra pode ser considerado a melhor opção para Mato Grosso por conta de sua carreira política que envolve a passagem nos cargos de deputado federal, ministro nas áreas de saúde e planejamento, prefeito e governador de São Paulo.

Ao invés de pedir votos nas ruas, Campos preferiu recrutar mais de 8 mil militantes para fiscalizar os votos neste domingo e um eventual uso da máquina pública.

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