Em alguns casos, acidentes foram apenas um susto. Em outros, provocaram grandes tragédias

Em 22 de maio de 2009, uma tragédia em Trancoso, no sul da Bahia: o avião modelo Super King Air B-350 caiu e explodiu, deixando 15 mortos. Dez vítimas pertenciam à família do empresário Roger Ian Wright, de 56 anos, entre elas quatro crianças.

Na região amazônica, em Manacapuru, a queda de um avião Bandeirante da companhia Manaus Táxi Aéreo sobre o Rio Manacapuru matou 24 pessoas. Apenas quatro sobreviveram. O acidente aconteceu a 500 metros da pista do aeroporto. Outra tragédia com um avião de pequeno porte aconteceu na zona norte da cidade de São Paulo. O Learjet modelo 35, prefixo PTOVC, da empresa Reale Taxi Aéreo, caiu sobre uma casa em 4 de novembro de 2007, matando oito pessoas.

Um dos maiores desastres da aviação brasileira aconteceu em 29 de setembro de 2006, quando o Boeing da Gol, do voo 1907, chocou-se com um jato Legacy e caiu em uma região de mata fechada, no norte do Mato Grosso, deixando 154 mortos.

Sustos

Em setembro de 2008, um susto em Congonhas. O jato modelo King Air derrapou, atravessou o gramado da cabeceira da pista e parou na mureta que separa o aeroporto da Aven Washington Luís. Apenas três tripulantes que estavam na aeronave foram encaminhados para um hospital com ferimentos leves. Um acidente parecido aconteceu em janeiro de 2003, com o jatinho do deputado Waldemar Costa Neto. A aeronave derrapou na cabeceira do aeroporto e caiu na rua.

Uma pane em um bimotor Cesna 401 quase provocou uma tragédia em novembro de 2007. A aeronave, que seguia do Campo de Marte, em São Paulo, para a cidade de Parati, no litoral fluminense, começou a ter problemas pouco depois de decolar. O piloto fez um pouso forçado no aeroporto de São José dos Campos e o jato acabou se chocando com o chão, provocando uma explosão. No entanto, os dois tripulantes sobreviveram e tiveram apenas ferimentos leves.

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