As três aves que integram a obra "Bandeira Branca", de Nuno Ramos, deixaram a exposição na madrugada desta sexta

Os três urubus que integram a obra Bandeira Branca, do artista Nuno Ramos, na 29ª Bienal de São Paulo, foram retirados do pavilhão na madrugada desta sexta-feira. No pedido feito pela Justiça Federal de São Paulo, o juiz substituto Eurico Zecchin Maiolino, da 13ª Vara Cível, alegou que os animais expostos fazem parte de uma espécie silvestre e são provenientes do Parque dos Falcões, um criadouro de conservação.

A Fundação Bienal pediu para manter os pássaros da espécie urubu-de-cabeça-amarela no local, mas a Justiça negou o recurso. A determinação foi motivada pela notificação, na última sexta-feira, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para que, num prazo de cinco dias, os urubus fossem retirados da exposição e retornassem para o Parque dos Falcões, em Sergipe.

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