Artista Marta Minujín ajuda a distribuir "tijolos" da estrutura, que atraiu 26 mil visitantes

Visitantes fazem fila na praça San Martín, para entrar na
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Visitantes fazem fila na praça San Martín, para entrar na "Torre de Babel" de livros em Buenos Aires
A "Torre de Babel" de livros, que durante quase um mês e meio foi visitada em Buenos Aires por cerca de 26 mil pessoas, começou a ser desmontada ontem numa cerimônia que distribuiu milhares de "tijolos" de cultura.

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A artista Marta Minujín distribui livros na desmontagem da "Torre de Babel"
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Aos gritos de "Arte, arte, arte", sua frase característica, a artista plástica argentina Marta Minujín, idealizadora da torre, considerou terminada essa obra "efêmera" e convidou centenas de portenhos e turistas a começar a desarmar a estrutura, levantada em função do título de Buenos Aires de Capital Mundial do Livro em 2011. Reveja a trajetória e l eia entrevista do iG com Marta Minujín

"Como artista, fico contente que esta obra de participação em massa tenha sido realizada e, sobretudo, fico contente por tê-la feito na cidade de Buenos Aires", disse Minujín, um ícone da arte pop argentina.

Segundo dados do Governo de Buenos Aires, desde a inauguração da torre no dia 12 de maio na praça San Martín, uma das principais da cidade, a obra foi visitada por 26,6 mil pessoas, que percorreram os sete andares da estrutura, de 25 metros de altura e recoberta por 30 mil livros em diferentes idiomas. Esses "tijolos" foram doados por embaixadas de 54 países, organizações sociais e moradores da cidade.

Os livros localizados no térreo da estrutura, cerca de mil, foram retirados ontem pelas pessoas que se aproximavam da torre. O restante será destinado à formação da primeira biblioteca multilingue de Buenos Aires.

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