São Paulo é mesmo o túmulo do samba?

Artistas comentam em vídeo se a capital paulista seria o último endereço do mais brasileiro dos gêneros musicais

Guss de Lucca, iG São Paulo

São Paulo é o túmulo do samba? Estariam pandeiros, cuícas e tamborins enterrados em suas marginais, por onde passam diariamente milhares de veículos? Ou sepultados sob suas torres de concreto?

Apesar de uma história formada por Adoniran Barbosa , Germano Mathias e Paulo Vanzolini, e de desfiles de algumas das escolas de samba mais tradicionais do país, a capital paulista parece não conseguir se desprender da fama de "túmulo do samba".

A afirmação, que apesar da falta de registros é atribuída ao poeta Vinicius de Moraes, parece ter grudado na cidade que inspirou sambas como "Saudosa Maloca", "Triste Margarida" e "Trem das Onze" - este último vitorioso na disputa das escolas de samba do quarto centenário da cidade do Rio de Janeiro, em 1965.

Curioso pela forma como a frase marcou o samba paulistano, o iG ouviu os roqueiros Lobão e Roger (este último da banda Ultraje a Rigor), os sambistas do Demônios da Garoa e o escritor Reinado Moraes, questionado-os sobre a alcunha que parece perseguir a cidade.


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