Nova exposição analisa dívida de Francis Bacon com Rembrandt

Galerista afirma que, apesar de pouco analisada, influência do holandês foi decisiva na carreira de Bacon

Reuters |

Reprodução
"Crouching Nude", pintado por Francis Bacon
Uma exposição numa nova galeria em Londres estuda o que sua proprietária acredita ser um tema que recebeu pouca atenção até agora: a dívida do pintor Francis Bacon, do século 21, com o artista holandês do século 17 Rembrandt.

Na cabeça da maioria dos amantes da arte, é Diego Velazquez, contemporâneo espanhol de Rembrandt, que está mais estreitamente associado a Francis Bacon, devido à famosa série de interpretações feitas pelo pintor irlandês do retrato do papa Inocêncio X, de 1650.

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Embora a relação entre Bacon e Rembrandt não seja igualmente evidente, a galerista Pilar Ordovas acredita que ela foi crucial para a maneira em que o artista moderno trabalhou. "Nunca houve exposições, publicações ou qualquer outra coisa dedicada à importância de Rembrandt no trabalho de Bacon," ela disse à Reuters em sua nova galeria Ordovas, no centro de Londres.

"Achei que isso estava faltando," acrescentou a antiga executiva da Christie's que ajudou a negociar algumas das maiores vendas de arte dos últimos anos, antes de partir para trabalhar por dois anos na galeria Gagosian, em Londres.

A exposição "Marcas Irracionais: Bacon, Rembrandt" será inaugurada nesta sexta-feira (7) em um novo espaço numa área exclusiva de Londres.

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