Skol Beats termina bem organizado, mas sem grandes performances

Carlos Augusto Gomes |

Acordo Ortográfico

A edição 2008 do Skol Beats, maior festival de música eletrônica do Brasil, terminou com um saldo positivo. Se não houve uma performance inesquecível (por exemplo, o Basement Jaxx de 2004), também não foram registrados maiores problemas na organização (caso do tumulto causado pelo Prodigy em 2006).

O evento foi bem menor que nas edições anteriores. Depois do recorde de público com o Prodigy em 2006 (justamente a causa de tanto tumulto naquela edição) e a equivocada decisão de dividir o festival em dois dias em 2007, este ano o Skol Beats diminuiu de escala: alem do palco principal, somente mais duas tendas.

As principais atrações, obviamente, ficaram concentradas no palco principal. Apontados como grande nome do festival, os franceses do Justice fizeram um show decepcionante, mas que não chegou a comprometer. Os alemães do Digitalism saíram-se bem melhor, com seu electro com pegada mais roqueira.

O preferido do público, no entanto, foi o holandês Armin Van Buuren. Novamente eleito este ano o melhor DJ do mundo pela revista DJ Mag, ele só começou a tocar depois das 4h30, mas mesmo assim botou a platéia para dançar com seu trance com algumas influências de rock (até "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana, ele tocou).

Entre os brasileiros, Gui Boratto foi novamente o destaque. Escolhido para fechar a programação do palco principal, já na manhã de domingo, ele surpreendeu ao vir acompanhado de uma banda e fazer versões mais roqueiras das músicas de seu ótimo álbum Chromophobia , lançado no ano passado.

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