Pink Floyd assina novo acordo com a gravadora EMI

Separado, grupo de Roger Waters e David Gilmour encerra disputa judicial

Reuters |

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Pink Floyd na década de 1960, com Syd Barrett (direita) na formação: 200 milhões de álbuns vendidos
O Pink Floyd e sua gravadora de longa data EMI assinaram um acordo de cinco anos para encerrar uma disputa judicial, informou a companhia musical nesta terça-feira.

O acordo será um alívio para a gravadora, que perdeu grandes nomes como Queen, Rolling Stones, Paul McCartney e Radiohead desde que a EMI foi adquirida pela empresa de investimentos Terra Firma, em 2007.

O presidente-executivo da Terra Firma, Guy Hands, também perdeu um processo em Nova York no ano passado, no qual ele acusou o Citigroup de induzi-lo a pagar um preço muito alto pela EMI.

"O Pink Floyd é uma das bandas mais influentes de todos os tempos e eu sei que falo por todos na EMI quando digo que é um privilégio ter a oportunidade de trabalhar com eles", disse em comunicado o presidente-executivo do grupo EMI, Roger Faxon.

Os roqueiros britânicos, que assinaram com a EMI há mais de 40 anos, são mais conhecidos por seus aclamados e influentes álbuns "The Dark Side of the Moon", "Wish You Were Here" e "The Wall".

Segundo a EMI, a banda vendeu mais de 200 milhões de álbuns pelo mundo, e, apenas nos Estados Unidos, "The Dark Side of the Moon", de 1973, vendeu 45 milhões de cópias, sendo o terceiro disco mais vendido na história do país.

No ano passado o Pink Floyd e a EMI estiveram enroscados em uma batalha jurídica sobre o direito da gravadora de vender as músicas dos discos individualmente na Internet.

"Todas as disputas jurídicas entre a banda e a companhia foram resolvidas como resultado desse novo acordo", acrescentou a EMI no comunicado.

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