Novo álbum póstumo de Michael Jackson já tem um produtor

Teddy Riley, parceiro do cantor em "Dangerous", afirmou que estará no projeto

iG São Paulo, com Reuters |

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Capa do álbum póstumo "Michael"
"Michael", o disco póstumo de Michael Jackson, é apenas o primeiro dos lançamentos póstumos do Rei do Pop. O produtor Teddy Riley revelou à BBC que já está dentro do projeto do próximo álbum. Riley trabalhou com Jackson no disco "Dangerous", de 1991. A Sony tem um acordo de 250 milhões de dólares com os responsáveis pelo espólio do cantor. Dez álbuns devem ser lançados até 2017.

Enquanto isso, "Michael" continua dividindo opiniões. Um clipe sentimental para o single "Hold My Hand" foi lançado na quinta-feira. Imagens dramáticas do arquivo de Jackson, gravações de crianças e cenas multiculturais de felicidade marcam os quatro minutos do vídeo - dueto gravado em 2007 com o cantor e produtor Akon.

Esse é o primeiro single oficial do álbum , que será lançado em 14 de dezembro no site oficial do ídolo. O disco reúne dez canções completadas por vários produtores depois da repentina morte de Jackson, em junho de 2009, causada por uma overdose de medicamentos.

A mídia vinha tratando o trabalho com ceticismo, por considerá-lo um disco de sobras, e até mesmo alguns parentes de Jackson foram contra o lançamento. Mas as primeiras resenhas em geral consideraram o disco melhor que o esperado, ainda que abaixo do perfeccionismo que o músico provavelmente imporia se fosse vivo.

"Ele não teria lançado nada como essa compilação, um saco de sobras reunido pelo selo de Jackson (Sony Music)", disse a revista Rolling Stone, admitindo no entanto que todas as músicas são reconhecivelmente de Jackson.

O USA Today disse que essa coleção de baladas, dance music e R&B, com parcerias com o rapper 50 Cent e o roqueiro Lenny Kravitz, entre outros, "é um incrível esforço musical que não pode ser ignorado".

A Entertainment Weekly deu nota B, ao álbum, que "certamente não é uma grande afronta" ao nome de Jackson. O The New York Times o considerou "uma miscelânea das ofertas habituais de Jackson: inspiradoras, amorosas, ressentidas e paranoicas."

As opiniões na Grã-Bretanha - onde Jackson se preparava para fazer uma série de shows em 2009 - foram mais generosas. O site NME.com disse que a faixa "Behind the Mask" é uma "revelação absoluta", enquanto o crítico do Guardian afirmou que se trata provavelmente "do melhor trabalho dele desde seus dias de glória nos anos 80".

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