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Mariah Carey br E=mc²

Emannoel Zaninetti |

Por Emannoel Zaninetti

E=mc ² traz de volta à cena a cantora Mariah Carey, que não lançava um novo álbum desde Emancipation of Mimi , de 2005. Ou seja, mais um disco de Mariah Carey, a mulher que instaurou o berro afinado como forma de cantar e determinou conduta vocal para todas as aspirantes a cantora séria.

Mas, como a moça não se arrisca, seus álbuns nunca foram muito bons, assim como não é esse novo. Houve uma época em que existia uma preocupação com as letras, hoje não. Apenas com capas, clipes e material promocional em geral, deixando-a no esquema música = imagem.

Há potencial no trabalho dela, mas Mariah não usa. Talvez por já ter 18 anos de carreira, ou por já ter um público cativo de milhões de fãs. Do disco todo, se salva a dançante Im that Chick, que tem um pé na disco de Off the wall de Michael Jackson, outro na sonoridade do pop oitentista.

O marketing gerado em torno desse disco foi pesado, na tentativa de colocar o single Touch My Body em primeiro lugar e alcançar o recorde de artista com o maior número de singles nas paradas da Billboard, que até então era de Elvis Presley. E isso realmente aconteceu. Parabéns, grande feito.

Em entrevista recente, a moça (moça?) disse que está feliz por atingir isso, mesmo sabendo que sua música nunca foi revolucionária. Ainda bem que ela é consciente disso...

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