Madonna se soma aos famosos que doam ao Haiti

Cantora americana realiza generosas doações em favor das vítimas do terremoto

EFE |

A modelo Giselle Bundchen e a cantora americana Madonna se somaram hoje as celebridades que estão demonstrando sua solidariedade com o Haiti e realizaram generosas doações em favor das vítimas do terremoto.

Segundo o site da revista "People", Giselle mostrou sua generosidade doando um cheque de US$ 1,5 milhão à Cruz Vermelha.

Outra celebridade solidária, além de Giselle, foi a cantora Madonna.

"Doei US$ 250 mil para atender às vítimas do terremoto do Haiti", manifestou hoje a rainha do pop em seu site, e também pediu aos fãs e a seus amigos que façam o mesmo e doem o que possam em favor dos haitianos.

A nação caribenha vive uma devastadora situação desde a terça-feira, quando sofreu um tremor de intensidade 7 graus na escala Richter que deixou milhares de mortos, entre 45 mil e 50 mil, segundo a Cruz Vermelha Internacional, e 3 milhões de desabrigados, conforme as Nações Unidas.

À causa também se somou o ator George Clooney, que está organizando para o dia 22 de janeiro um teleton que será transmitido pela rede de televisão "MTV" e sua rede de emissoras associadas, que inclui os canais "VH1", "Comedy Central" e "CMT", além de "ABC", "NBC", "HBO" e "CNN".

O cantor de origem haitiana Wyclef Jean também abriu uma linha de mensagens de texto com doações de US$ 5, da mesma forma que fez a Cruz Vermelha pelos celulares.

Até hoje os usuários de celulares deste país contribuíram com mais de US$ 7 milhões a essa ajuda mediante uma doação de US$ 10 à Cruz Vermelha dos Estados Unidos, enviando uma mensagem de texto com a palavra "Haiti" ao número 90999.

A organização Mobile Giving Foundation, uma das colaboradoras com a Cruz Vermelha dos EUA e com as empresas telefônicas nessa arrecadação, assinalou à imprensa que a resposta do povo é tamanha, que o dinheiro chega a um ritmo de US$ 200 mil por hora.

Hoje mesmo a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pediu aos seus compatriotas que façam doações à Cruz Vermelha por meio de seus celulares.

Também realizaram milionárias doações inúmeras empresas e bancos americanos.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, elevou hoje para 17 o número de brasileiros mortos no país - considerando as mortes de Luiz Carlos da Costa (da ONU) e de outro brasileiro não identificado -, segundo informações da "Agência Brasil".

Desse total, 14 são militares e foram confirmados pelo Exército brasileiro como integrantes da Força de Estabilização do Haiti (Minustah).

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.

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