LCD Soundsystem desliga seu liquidificador sonoro

Em sua turnê de despedida, a banda norte-americana faz três apresentações no Brasil antes do derradeiro show em NY, em 2 de abril

iG Rio de Janeiro |

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LCD Soundsystem
Enquanto em Nova York os fãs do LCD Soundsystem se estapeiam por um ingresso para o show de despedida da banda no dia 2 de abril – que está sendo revendido por cambistas a US$ 1.500 – no Rio de Janeiro o grupo se apresentou para uma casa meio vazia na noite de quinta-feira (17), no Vivo Rio. Azar de quem não foi.

O grupo liderado pelo produtor e vocalista James Murphy colocou a América do Sul na rota de sua turnê de adeus. Começou pelo Rio. No Brasil, toca ainda em São Paulo (na sexta, 18) e em Porto Alegre (domingo, 20). Depois, passa por Buenos Aires, na Argentina (quarta, 23); Bogotá, na Colômbia (sexta, 25); e Santiago, no Chile (domingo, 27).

O fim foi anunciado no início do mês. Um ponto final em uma carreira de nove anos com três discos lançados ("LCD Soundsystem", de 2005; "Sound of Silver", de 2007; e "This Is Happening", de 2010) e uma penca de hits.

No Rio, o liquidificador sonoro concebido por James Murphy transformou a casa de espetáculos Vivo Rio em uma pista de dança, com o indefectível globo de discoteca no alto do palco.

O show começou com as duas primeiras músicas do último CD: “Dance Yrself Clean" e "Drunk Girls", que já colocaram a plateia para sacolejar. As músicas mais conhecidas foram recebidas com entusiasmo. Como “Daft Punk is playing at my house", "All my friends", “Losing My Edge” – o primeiro hit – e “Yeah”. Em geral executadas com mais energia e peso.

Com muitas referências, a apresentação confirmou que o som do grupo também serve como um apanhado do muito que a música pop produziu de melhor na última década, misturando rock alternativo, pós-punk com disco e música eletrônica.

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