Grupo Friendly Fires deve tocar no Brasil em 2012

Banda, cujo álbum "Pala" acaba de ganhar edição nacional, já veio ao país em 2009

AE |

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O grupo Friendly Fires
Nunca uma banda britânica tinha ido tão longe na tropicalização do seu som. Mas o Friendly Fires parece decidido a importar todas as cores necessárias para sua mistura musical - guitarras pós-punk do começo dos anos 80; corinhos em falsete sob batidas funk; e a eufórica percussão worldbeat que tem feito a fama de bandas como o Vampire Weekend.

O resultado é o disco "Pala" (lançamento no Brasil do selo Lab344), um álbum que soa como uma eufórica dance music baiana (com apelo para tocar em estádios) e cujo show deve vir ao Brasil no início do ano que vem.

"Nosso objetivo foi fazer canções vibrantes, telas abertas, mas elas ainda assim mantiveram uma espontaneidade, e há uma certa energia e misticismo em torno delas", disse Ed McFarlane, líder do grupo.

É a euforia de uma percussão carnavalizada sendo prensada num formato indie. Os shows deles (estiveram no País em 2009, no festival Popload Gig) costumavam ser farras coletivas, reunindo amigos como Joe Goddard, do Hot Chip, e Danilo Plessow, do Detroit.

Friendly Fires é formado, além de Macfarlane (vocais, sintetizadores e baixo), por Edd Gibson (guitarra) e Jack Savidge (bateria). São da fria e chuvosa St Albans, na Inglaterra, e conheceram-se por volta dos 13 anos. "Tudo que queríamos era fazer algo que nos levasse para fora dos subúrbios", diz McFarlane.

Foram muito além dos subúrbios até agora. Três anos após o álbum de estreia, "Friendly Fires", eles foram indicados ao Brit Award e ao Mercury Prize, os mais importantes do Reino Unido. O disco, gravado na garagem de McFarlane, vendeu 200 mil cópias.

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