Gogol Bordello e Klaxons encerram Tim Festival carioca em grande estilo

Carlos Augusto Gomes |

Acordo Ortográfico

A edição carioca do Tim Festival chegou ao fim na madrugada deste sábado para domingo, na Marina da Glória. Os destaques desta última noite foram a micareta cigana de Gogol Bordello e a new rave do Klaxons.

Klaxons e especialmente Bordello repetiram as boas performances apresentadas poucos dias antes em São Paulo. Com a diferença que, no Rio, o público foi superior ao da capital paulista.

Pelo menos no caso de Bordello, o maior número de pessoas tem uma explicação: no Rio, qualquer um que tivesse ingresso para os demais shows do dia poderia vê-lo de graça. O Klaxons também se beneficiou da boca livre: no final de seu show, a entrada estava liberada.

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O trio britânico fez, assim como em São Paulo, um show rápido e enérgético. Os pontos altos foram bem óbvios: os hits "Atlantis to Interzone" (logo a segunda música da noite), "Golden Skans" e "Gravity's Rainbow", em versões mais pesadas que as dos discos.

Mas o momento que muita gente não vai esquecer foi a presença de Har Mar Superstar. O performer americano, que já havia subido ao palco no show dos Klaxons em São Paulo e no do MGMT no Rio, fez uma participação especial no bis.

Quanto o Klaxons começou a tocar "Four Horsemen of 2012", ele apareceu trajando somente uma sunga e começou a dançar como a mulher melancia. Não foi bonito, mas garantiu boas risadas.

A diversão também deu o tom no show de Gogol Bordello. Liderado pelo inclassificável Eugene Hütz, o grupo colocou o público para pular durante praticamente todo o show. E isso mesmo começando a tocar depois da 01 da manhã.

Usando uma camiseta da escola de samba Beija Flor de Nilópolis, Hütz comandou um caldeirão sonoro que misturou música cigana - representada por um violino e um acordeão -, heavy metal, dub e reggae e até um toque de música brasileira.

No meio do show, ele improvisou um trecho de "Morena Tropicana", de Alceu Valença, em português mesmo. A boa influência tem uma explicação: Hütz mora no Rio de Janeiro há alguns meses. Não é por acaso que aparentava se sentir em casa.

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