Executores dos bens de Michael Jackson pedem fundo para família

Mãe e filhos do cantor seriam beneficiados por fundo fiduciário R$ 51 milhões

Reuters |

Os executores dos bens de Michael Jackson pediram a um juiz que fossem reservados em um fundo fiduciário US$ 30 milhões (R$ 51 milhões) para a mãe do cantor e seus três filhos, que são os beneficiários designados.

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Os executores do espólio, o advogado John Branca e o executivo John McClain, na área da música, também pediram permissão na terça-feira ao juiz da Corte Superior de Los Angeles, Mitchell Beckloff, que está supervisionando questões relacionadas ao espólio de Jackson, para venderem o complexo da família no subúrbio de Encino, em Los Angeles.

Uma petição dos advogados para os executores dizia que Katherine Jackson, a mãe do cantor, quer "vender a propriedade Hayvenhurst (em Encino) e comprar outra residência em seu lugar". Uma audiência para o caso acontecerá em 28 de setembro.

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Os executores do espólio do astro disseram que foram arrecadados mais de US$ 310 milhões (R$ 530 milhões) em renda bruta desde o final do ano passado com a venda de álbuns, merchandising e outros produtos.

Quando Jackson morreu, ele tinha dívidas de mais de US$ 400 milhões (R$ 684 milhões). Os administradores de seus bens disseram no início deste ano que usaram US$ 159 milhões (R$ 272 milhões) para pagar essas dívidas.

Jackson tinha designado a mãe, Katherine, 81, e seus três filhos, Prince, 14, Paris, 13, e Blanket, 9, como os beneficiários de seus bens.

O cantor morreu aos 50 anos em 25 de junho de 2009, do que as autoridades descreveram como uma overdose do anestésico propofol e outras drogas. Acusado da morte do cantor, o médico Conrad Murray está em processo de julgamento pelo tribunal de Los Angeles.

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