Escoceses do The View falam sobre shows no Brasil

Quarteto toca em Porto Alegre e São Paulo

Juliana Zambelo |

É difícil ser mais britânico que o The View. O quarteto foi formado em Dundee, interior da Escócia, começou a carreira tocando versões de Sex Pistols, tem como principal influência o rock urgente do Libertines e escolhe o País de Gales como cenário para as suas gravações. E é carregando essa tradição toda que a banda chega ao Brasil neste fim de semana.

O quarteto foi formado em 2005 por Kyle Falconer (vocalista e guitarrista), Kieren Webster (baixista), Pete Reilly (guitarrista) e Steven Morrison (baterista) e já no ano seguinte lançou seu primeiro trabalho de estúdio, Hats Off to the Buskers , que colocou as pegajosas "Same Jeans" e "Superstar Tradesman" nas primeiras posições da parada britânica. A turnê desta estreia construiu para a banda a reputação de ser explosiva no palco, espaço que tira o melhor de seus integrantes.

Com um novo álbum na manga, o seu segundo trabalho de estúdio Which Bitch? , o View faz a partir de hoje dois shows em solo nacional. Os escoceses se apresentam em Porto Alegre neste sábado dentro do evento Porto Alegre Rock City e no domingo eles tocam em São Paulo no festival Popload Gig. Em entrevista ao iG Música, o baterista comentou sua primeira visita ao Brasil, sua intimidade com o palco e o segundo álbum do quarteto:

Vocês são conhecidos pelas performances incendiárias. Vocês são o tipo de banda que acredita que tocar ao vivo é a melhor parte de estar em uma banda?
Steven Morrison: Tocar para as pessoas e se divertir é a coisa mais importante, é a melhor parte sim. Dar a música para as pessoas é um sentimento incrível.

Vocês ficaram surpresos quando foram convidados a vir tocar no Brasil? Já tinham pensando em vir para esses lados?
Essa parte do mundo sempre me intrigou e sempre tivemos vontade de ir. Espero que todo mundo no Brasil goste da gente.

O que podemos esperar dos shows que vocês farão por aqui?
Muita diversão e performances vigorosas. Em um dos shows será aniversário do Kyles [Falconer], então será muito especial.

Vocês tocarão em espaços pequenos aqui no Brasil e logo na sequência voltam para o Reino Unido para tocar em grandes festivais. Que tipo de show vocês preferem?
Cada tamanho diferente de show tem seus méritos diferentes. Eu gosto de lugares grandes porque dá para tocar para multidões, mas eu também gosto de lugares menores porque são shows mais íntimos e ficamos mais próximos dos fãs.

Seu segundo álbum teve críticas bem variadas. Hoje, meses depois de seu lançamento, como vocês se sentem a respeito de Which Bitch ?
Ele é incrível. Ainda tenho orgulho dele e estou muito feliz por tê-lo feito. Espero que todo mundo possa amá-lo como eu amo.

Qual é a maior ambição de vocês?
Excursionar pelo mundo ¿ o mundo todo!

Depois de alguns anos de carreira, qual é a maior lição que você aprendeu com o rock and roll?
Aprendi que temos que ficar juntos e nunca desistir.

Serviço:

Porto Alegre Rock City
Dias 06 e 07 de junho
Ingressos: R$ 25 (dia) ou R$ 40 (passaporte)
Local: Borges de Medeiros, 3000

Festival Popload Gig
Dias 06 e 07 de junho
Ingressos: R$ 100 (R$ 50 meia-entrada)
Local: Clash Club - R. Barra Funda, 969, São Paulo

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