Dez álbuns essenciais de Alice Cooper

Pai do shock rock volta ao Brasil para shows em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro

Augusto Gomes, iG São Paulo |

O veterano cantor Alice Cooper faz, essa semana, sua terceira turnê pelo Brasil. Ele vai se apresentar em Porto Alegre (31/05), São Paulo (02/06) e Rio de Janeiro (03/06). Em entrevista ao iG, ele revelou que os shows serão uma celebração de seus quarenta anos de carreira. Confira abaixo os pontos altos dessa trajetória:

Dilvulgação
Capa do disco "Killer", de 1971
"Love it to Death" (1971)
Depois de dois fracassos de público e crítica, Alice Cooper finalmente encontrou o caminho do sucesso em seu terceiro álbum, apostando num rock pesado e com letras macabras. "I'm Eighteen" foi sua primeira música a entrar nas paradas. Pontos altos: "I'm Eighteen", "Is It My Body" e "The Ballad of Dwight Fry".

"Killer" (1971)
Considerada a obra-prima de Cooper, é o disco que o transformou em astro mundial. É um dos álbuns que enterraram o espírito paz e amor dos anos 1960, com letras sobre psicopatas, crianças mortas e atropelamentos. E também o álbum favorito de Johnny Rotten, dos Sex Pistols. Pontos altos: "Under My Wheels", "Halo of Flies", "Killer".

"School's Out" (1972)
Com produção impecável de Bob Ezrin, "School's Out" é um disco vagamente conceitual, em que a maioria das letras trata de temas como delinquência juvenil e afins. A faixa título é o maior sucesso da carreira do cantor. Pontos altos: "School's Out", "My Stars", "Public Animal #9".

"Billion Dollar Babies" (1973)
Número um nas paradas da América do Norte e do Reino Unido, é um álbum menos pesado que os anteriores, mas com uma quantidade impressionante de hits. "Elected" e "No More Mr. Nice Guy" são obrigatórias até hoje em shows do cantor. Pontos altos: "Elected", "Billion Dollar Babies", "No More Mr. Nice Guy".

"Welcome to my Nightmare" (1975)
Oficialmente, é o primeiro álbum solo de Cooper - os discos anteriores eram trabalhos de uma banda chamada Alice Cooper. Mais uma vez, é um disco conceitual, em que as músicas são os sonhos de uma criança chamada Steven. Pontos altos: "Welcome to my Nightmare", "Only Women Bleed", "Department of Youth".

Divulgação
"From the Inside", de 1978
"From the Inside" (1978)
O disco está longe de ser um dos melhores trabalhos do cantor, mas é importante por um motivo: não apenas é seu primeiro trabalho após superar o alcoolismo, como foi inspirado nas experiências por quais passou durante a reabilitação. Pontos altos: "From the Inside", "How You Gonna See Me Now".

"Flush the Fashion" (1980)
Com a chegada dos anos 1980, Cooper decidiu alterar seu som e apostou nos teclados da emergente new wave. A mudança desagradou muitos fãs, mas rendeu um grande sucesso, "(We're All) Clones", nos anos 1990 regravada pelos Smashing Pumpkins. Pontos altos: "(We're All) Clones" e "Grim Facts".

"Constrictor" (1986)
Após três anos sem gravar, Alice Cooper retornou em grande estilo com o álbum "Constrictor". É seu trabalho mais pesado desde a década de 1970, responsável por apresentar o shock rock do cantor a um novo público. Pontos altos: "Teenage Frankenstein" e "He's Back (The Man Behind the Mask)".

"Poison" (1989)
Um dos maiores sucessos da carreira do cantor. Dessa vez, ele uniu-se a compositores de encomenda como Desmond Child e Diane Warren para criar um álbum destinado às paradas. Deu certo: "Poison" foi seu primeiro top ten nos Estados Unidos desde a década de 1970. Pontos altos: "Poison", "House of Fire", "Bed of Nails".

"The Last Temptation" (1994)
Mais uma vez, Cooper lança um álbum conceitual. E, mais uma vez, o personagem principal é um garoto chamado Steven. O disco deu origem a uma história em quadrinhos, escrita por Neil Gaiman, da série "Sandman". Pontos altos: "Lost in America", "It's Me".

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