Cassandra Wilson traz CD vencedor do Grammy

Ela canta amanhã à noite no Bourbon Street, sexta no HSBC Brasil e domingo no Rio

Agência Estado |

Nos anos 80, Cassandra Wilson foi uma das fundadoras do movimento M-Base, que misturava a cultura musical africana com o funk e o jazz de vanguarda. A voz enfumaçada (como costumam definir), a postura cool, o olhar de mormaço e uma formação musical complexa a tornaram uma rara unanimidade.

Ao longo da carreira, ela só vem alargando essa fronteira. Agora, aos 54 anos, Cassandra chega ao Brasil a bordo do novo disco, Loverly, que lhe valeu o Grammy de melhor cantora de jazz este ano. Canta amanhã à noite no Bourbon Street, sexta no HSBC Brasil e domingo no Rio.

Os críticos a colocaram no ponto mais alto do jazz vocal, de onde não saiu até agora - é a mais celebrada cantora do gênero da atualidade. Em 1995, ganhou o primeiro Grammy, pelo disco New Moon Daughter. Na quinta-feira à noite, Cassandra foi aplaudida de pé no Teatro Gran Rex, em Buenos Aires.

A noite é aberta com uma visão malinesa do clássico de Duke Ellington, Caravan. Quanto entra em cena, Cassandra marca com sequência de canções A Sleeping Bee (letra de Truman Capote para composição de Harold Arlen), Lover Come Back to Me (releitura cassandrística para música de 1928 que foi gravada por Billie Holiday e Doris Day, entre outros) e a doçura familiar de Manhã de Carnaval, de Luiz Bonfá.

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