Black Eyed Peas encerra turnê brasileira em São Paulo

Show foi marcado por área vip dentro da própria área vip

Augusto Gomes, iG São Paulo |

Jorge Rosenberg, especial para o iG
Fergie, uma das integrantes do Black Eyed Peas
O Black Eyed Peas fez nesta quinta-feira o nono e último show de sua turnê brasileira. No palco, o grupo mostrou mostrou porque é um dos mais bem-sucedidos da atualidade: uma quantidade inacreditável de hits ("Let's Get It Started", "Don't Phunk with My Heart", "My Humps", "Don't Lie", "Boom Boom Pow" e, é claro, "I Gotta Feeling"), apresentados com a competência e a segurança de quem está acostumado a grandes plateias.

Um dos fatos que mais chamou a atenção na noite, no entanto, estava fora do palco. A apresentação do Black Eyed Peas marcou a estreia de um novo conceito dentro dos shows no Brasil: a área vip dentro da área vip. Por R$ 600, era possível ficar dentro da "pista golden", uma área praticamente dentro do palco. A área vip mas não tanto, intitulada "pista premium", saiu por R$ 500.

A má notícia para quem comprou ingresso para a pista comum (R$ 200) é que, por causa da novidade da pista golden, a pista premium ficou um pouco maior que o costume. Na comparação com outros shows no Estádio do Morumbi (por exemplo, o do Bon Jovi, há cerca de um mês), a grade que delimitava a pista comum estava cerca de dez metros mais distante do palco. Quem não era vip teve que ver o show a uns quarenta metros de distância, pelo menos.

Para piorar, a pista premium não estava lotada, e havia enormes espaços sem ninguém à direita do palco. O Black Eyed Peas, felizmente, conseguiu ultrapassar esses vazios e animou até quem estava no fundo do Morumbi. Fergie, especialmente, conquistou a plateia, fosse cantando, fosse mostrando o belo corpo (e também fazendo caras e bocas, sempre habilmente captadas pelos cinegrafistas para aparecerem no telão).

Outro ponto alto foi o evidente carinho que os quatro integrantes do grupo têm pelo Brasil. Isso foi demonstrado durante todo o show, às vezes de maneira mais, digamos, direta (como quando Apl.de.ap falou "bunda", em homenagem às brasileiras), às vezes de modo mais caricato (as passistas de escola de samba que tomaram o palco em "Mas que Nada"), às vezes de um jeito realmente emocionado (o discurso de Will.I.Am no final do show).

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