Baterista do AC/DC escapa de condenação por posse de maconha

Phil Rudd havia sido condenado após batida da polícia em festa na sua casa

EFE |

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O baterista do AC/DC Phil Rudd
Um tribunal neozelandês perdoou a condenação por posse de maconha imposta ao baterista da banda de rock AC/DC, Phil Rudd, por considerar que a decisão anterior interferiria nas turnês internacionais do músico de origem australiana, informou a imprensa local nesta sexta-feira, 1º de abril.

Rudd, cujo nome legal é Phillip Hugh Witschke, compareceu à Corte de Tauranga para solicitar a eliminação da condenação, já que o delito, considerado de menor gravidade na Nova Zelândia, prejudica sua carreira, porque alguns países não permitiam sua entrada.

A droga foi encontrada pela Polícia em outubro do ano passado durante uma batida em uma festa organizada pelo baterista na cidade de Tauranga, na costa leste da Ilha do Norte, para onde Rudd se mudou recentemente.

A juíza Alayne Wills, que em dezembro condenou Rudd a pagar multa de R$ 307 pela posse de 25 gramas de maconha, assinalou em sua sentença que o músico teria problemas de visto em três países para onde a lendária banda australiana viaja regularmente. Rudd escapou da condenação, mas deverá pagar R$ 1,8 mil para cobrir as despesas judiciais referentes à acusação.

Rudd, que fez parte do AC/DC entre 1975 e 1983 e desde 1994 até o presente, foi incluído junto com outros membros da banda no Hall da Fama do Rock, na cidade americana de Cleveland, em 2003.

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