Banda a-ha relança álbuns mais famosos

"a-ha 25", "Hunting High and Low" e "Scoundrel Days" voltam às lojas em CD duplo

Agência Estado |

Divulgação/Stian Andersen
A banda norueguesa a-ha
Se os anos 1970 ficaram conhecidos como a era da discoteca, os anos 1980 entraram para a história como a década dos ecos, overdubs, sintetizadores e teclados seguidos por refrões repetitivos. Exemplo clássico dessa vertente é a banda norueguesa a-ha (com o nome escrito assim mesmo, com todas as letras minúsculas). Ainda estão claros na memória do público sucessos que não saíam das rádios, como "Take On Me", "Hunting High And Low" e "The Living Daylights".

O trio é formado pelos músicos Morten Harket (vocal), Magne Furuholmen (teclados) e Paul Waaktaar-Savoy (guitarra) e no ano passado, eles anunciaram o fim da banda, fazendo, inclusive, uma turnê de despedida no Brasil, em outubro. Contudo, o a-ha já planeja nova turnê mundial, com show de encerramento definitivo em Oslo, na Noruega. Acabando ou não, a banda ainda cultiva muitos fãs e foi pensando neles que o grupo lançou recentemente três discos: "a-ha 25", "Hunting High and Low" e "Scoundrel Days". Os três são duplos (R$ 39,90 cada).

O disco "a-ha 25" é o melhor dos três, pois traz uma coletânea com 39 canções, entre elas os clássicos "Take on me" e "Hunting High And Low", lançado em comemoração aos 25 anos da banda. Além disso, há uma canção inédita, de 2009, chamada "Butterfly, Butterfly" (The Las Hurrah).

Os outros dois discos são relançamentos dos álbuns clássicos da banda. "Hunting High And Low" é o principal, pois foi que mais vendeu no mundo, com 10 milhões de cópias desde o lançamento, em1985. Além da canção-título, o álbum traz "Take on Me" e "The Sun Always Shines". O disco traz ainda b-sides, demos e raridades. Em "Scoundrel Days", a pegada é a mesma. Entretanto, o disco tem canções menos conhecidas. Fogem desse perfil "Manhattan Skyline" e "Cry Wolf".

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