Backstreet Boys falam sobre shows no Brasil

Podem gritar e chorar o quanto quiserem, fala AJ McLean

Redação iG Música |

Arenas entupidas, milhões de discos vendidos, fama, fortuna. O conto de fadas do Backstreet Boys começou em 1993 e correu toda a década.

Foram mais de 75 milhões de álbuns vendidos, inúmeros desmaios adolescentes e uma dezena de sucessos no número 1 das paradas mundiais. Sem chamar a atenção nas últimas temporadas, o grupo retorna ao Brasil após oito anos para mostrar uma nova formação: um quarteto.

Acho que é um ótimo momento para o Backstreet Boys, pois as pessoas voltaram a ouvir música pop, fala AJ McLean, por telefone, logo após uma entrevista coletiva dada em Santiago (Chile), no último domingo. O malandro da turma tem hoje 31 anos, uma carreira solo que acaba de se iniciar e cicatrizes que nada condizem com um rapaz de uma boy band limpinha. AJ foi viciado em álcool e cocaína durante os anos 90.

Dos caras do grupo restaram Nick Carter, de 29 anos, Brian Littrell, de 34, e Howie D., de 35. Kevin Richardson saiu em 2006. O último álbum, chamado Unbreakable (2007), ficou longe dos números alcançados pelos primeiros CDs. A turnê que passa por São Paulo hoje, no estacionamento do Credicard Hall, e no Rio, o concerto será dia 7. AJ está ansioso para saber o que as fãs farão dessa vez: Nossos fãs estão mais crescidos, não sei o que esperar do Brasil. Não sei se eles estarão ainda loucos ou se estarão mais quietos, por causa da idade. Contanto que estejam seguros, não se machuquem, podem gritar e chorar o quanto quiserem.

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