Cachorro Grande volta eletrônico em novo disco: "Estamos no momento mais feliz"

Por Susan Souza |

compartilhe

Tamanho do texto

Banda gaúcha em atividade desde 1999 lança "Costa do Marfim" em setembro, sétimo álbum da carreira; Baixista fala ao iG

O disco "Costa do Marfim", novo trabalho de estúdio da banda gaúcha Cachorro Grande, "foi feito ao contrário", como explica ao iG o baixista Rodolfo Krieger. O lançamento será em 15 de setembro.

A banda Cachorro Grande. Foto: Cisco Vasques/DivulgaçãoA banda Cachorro Grande. Foto: DivulgaçãoCachorro Grande. Foto: DivulgaçãoCachorro Grande na Virada Cultural 2012. Foto: igBanda Cachorro Grande se apresenta sábado no Largo da Batata. Foto: Divulgação

"Nós nos reunimos várias vezes e gravamos as demos. Mostramos para o Edu K, produtor do disco (e também integrante do grupo DeFalla), que pirou em cima e encheu de coisa eletrônica. Agora que começamos a ensaiar as músicas", conta o músico.

O primeiro single "Como Era Bom" traz as marcas da nova fase do grupo, que volta mais eletrônico do que nunca. "Quando se ouve a discografia da banda, nota-se que estamos no momento mais feliz das nossas vidas", resume o baixista, que diz ser fã de grupos como Tame Impala, Prodigy e Chemical Brothers.

Quando avalia o desempenho do Cachorro Grande durante os anos, Krieger considera que "não ter estourado de uma hora para outra" fez a diferença.

"Tudo foi bem devagar, foi uma evolução gradual. Isso é uma coisa boa, lançamos sete discos em 15 anos. É uma banda de rock e (as pessoas) já viram que vão ter de nos aguentar por mais tempo."

Todos da banda são colecionadores de disco e "Costa do Marfim" será lançado também em vinil duplo, colorido e em edição limitada de 180 gramas.

O Cachorro Grande foi fundado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 1999. O primeiro disco, "Cachorro Grande", foi lançado de maneira independente em 2001.

O novo "Costa do Marfim" é o sétimo da banda formada por Beto Bruno (vocal, guitarra), Marcelo Gross (guitarra, vocal), Gabriel Azambuja (bateria, vocal), Pedro Pelotas (piano, teclado, vocal) e Rodolfo Krieger (baixo, vocal).

Leia tudo sobre: Cachorro Grandemúsicaentrevista

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas