Guns N'Roses: 7 fatos impressionantes sobre a turnê de "Chinese Democracy"

Por Paulo Terron , especial para o iG |

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Excursão que chega ao Brasil nesta quinta-feira (20) teve 330 shows, mudanças de formação e polêmicas; veja curiosidades

Nesta quinta-feira (20), o Guns N’Roses inicia no Rio de Janeiro a maior turnê brasileira que já fez. Serão sete shows, passando também por São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

É uma maratona, mas a turnê do disco Chinese Democracy (2008) – o mais “recente” da banda – também é. E também é complexa, já que os shows com as músicas do álbum começaram em 2001, sete anos antes do lançamento do trabalho.

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Abaixo, sete fatos curiosos sobre a excursão que, apesar de ter mudado de nome algumas vezes, já dura 13 anos.

Axl Rose, vocalista do Guns n' Roses. Foto: Futura PressO cantor Axl Rose. Foto: Futura PressAxl Rose no Rock in Rio. Foto: AgNewsAxl Rose no Rock in Rio. Foto: AgNewsAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian Fernandez

1 - A duração das apresentações da banda quase nunca é curta, chegando com frequência às 3 horas. Mas em um show em Tóquio, Japão, em dezembro de 2009, a performance se transformou em prova de resistência, marcando exatas 3h37 de música.

2 - A quantidade de shows da turnê é impressionante: 330 (incluindo já os da parte sul-americana, neste ano). O começo, entre 2001 e 2002, foi tortuoso, com 36 apresentações canceladas.

Getty Images
Axl Rose durante show do Guns N'Roses em Sydney, na Austrália, em março de 2013

3 - Apesar dos eternos conflitos entre Axl Rose e os integrantes da formação clássica, dois integrantes participaram de shows da banda nos últimos anos.

O guitarrista Izzy Stradlin aparece de vez em quando e, segundo o vocalista, “pode voltar sempre que quiser”. E o baixista Duff McKagan cruzou Axl em um hotel londrino, em outubro de 2010, e acabou no palco de um show. No ano seguinte, a banda de McKagan, Loaded, abriu alguns shows.

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4 - “Live and Let Die” (do Wings de Paul McCartney) e “Knockin’ on Heaven’s Door” (Bob Dylan) constantemente estão no repertório dos shows, mas outras versões menos óbvias (e nunca gravadas em estúdio) também dão as caras: “My Generation” (The Who), “Riff Raff” (AC/DC) e “Don’t Let It Bring You Down” (Neil Young) já foram tocadas. Em jams, até “I Want You Back”, do Jackson 5, apareceu.

5 - Durante a última passagem do Guns N’Roses por São Paulo em 2010, o grupo quase fez um minúsculo e histórico show em uma casa noturna. O equipamento foi montado e...nada. Noite adentro, técnicos começaram a guardar os instrumentos e uma série de brigas se iniciou no local. Axl desabafou durante a apresentação do dia seguinte, xingando os organizadores do pocket show.

6 - Desde 2001, a formação do grupo mudou algumas vezes. Abandonaram o barco: Paul Tobias (guitarra), Bryan “Brain” Mantia (bateria), Buckethead (guitarra) e Robin Finck (guitarra).

7 - O Rock in Rio parece ter um lugar especial na agenda de Axl e companhia. Só na fase Chinese Democracy, o grupo tocou duas vezes no evento do Rio (em 2001 e 2011) e uma em Lisboa (2006), além de ter cancelado um show que faria na edição de Portugal, em 2004.

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