Equipe do iG seleciona os pontos positivos e negativos da estrutura montada na Cidade do Rock

Foram sete dias de muita música, histórias e fotos que os habitantes da Cidade do Rock vão guardar na memória. A maratona do Rock in Rio teve alterações de 2011 para cá, e as mudanças fizeram diferença, tanto para quem visitou como para quem trabalhou na área do festival.

Veja abaixo o que funcionou e o que deu errado no Rock in Rio 2013.

Funcionou

Alimentação:  Melhorou bastante. Se em 2011 as filas levavam em média 1h para o atendimento, para conseguir um x-burguer e refrigerante neste ano os fãs esperavam no máximo 20 minutos, entre fila, pagamento e retirada do sanduíche. Fora isso, a variedade foi grande. A Cidade do Rock contou com tendas de comida de boteco, japonesa, casa de sucos, pizza, entre outras.

Capacidade reduzida e line-up diverso: O line-up conseguiu abrigar diferentes tribos, tanto no Palco Mundo como no Sunset. A Rock Street foi uma ótima escapatória para quem queria dar um tempo da muvuca. E o público reduzido na área da Cidade do Rock foi essencial para maior conforto dos fãs (foi de 100 mil para 85 mil pessoas por dia).

Palco Mundo -  A estrutura montada no palco principal foi de impressionar e conseguiu dar ao fã uma experiência única, independentemente da sua localização no festival.

Não funcionou

Cheiro de xixi e filas nos brinquedos:  As filas nos banheiros, a higiene mínima e o cheiro de xixi em determinadas partes do festival foram pontos negativos. Por falar em filas, quem queria se distrair nos brinquedos tinha que ter paciência. A tirolesa, atração mais concorrida, tinha até seis horas de espera.

Lixo: Apesar de os organizadores terem declarado que o lixo interno e externo teve uma redução de 20% na coleta da Comlurb, não foi isso o visto na Cidade do Rock. Ao final da noite, era impossível passear pelo gramado sem precisar desviar por inúmeras vezes de lixo no chão. Quem procurava lixeiras só as encontrava com capacidade cheia. Além disso, alguns ambulantes de água foram escoltados para fora do evento por cobrarem preço alterado. Em vez dos jnada baratos R$ 5 por um copinho, fãs pagaram até R$ 8 reais.

Transporte: Para quem pegou ônibus circular para chegar à Cidade do Rock, os problemas de fila ficaram em 2011. Já para retornar para casa, a confusão foi maior. Se o cansaço chamava por táxi, a corrida só era aceita por preço fechado e dependia do destino do passageiro. Um absurdo, como sempre.

Som do palco Sunset:  Em alguns shows, o som estava baixo demais e prejudicou os encontros entre os artistas.

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