"Não dá para falar de trabalho agora", diz Marcão sobre futuro de A Banca

Por iG São Paulo - Claudio Pimentel, especial para o iG, em Santos | - Atualizada às

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No enterro de Champignon, guitarrista diz que grupo vai se reunir após "a poeira baixar"

O guitarrista Marcão disse que o futuro do grupo A Banca é incerto após a morte do vocalista Luiz Carlos Leão Duarte Junior, conhecido como Champignon, enterrado nesta terça-feira (10), em Santos (litoral paulista). A Banca reuniu remanescentes do Charlie Brown Jr. depois de Chorão sofrer overdose em março.

"Não dá para falar de trabalho agora", disse Marcão, após deixar o cemitério. "Vamos nos reunir, mas não dá para falar de trabalho. Deixa a poeira baixar." 

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Claudia Campos, mulher de Champignon, é amparada após enterro. Foto: Francisco Cepeda/Orlando Oliveira/AgNewsMaria do Carmo Duarte e Luis Carlos Duarte, pais de Champignon. Foto: Francisco Cepeda/Orlando Oliveira/AgNewsA mulher de Champignon, Claudia Campos, sai amparada do cemitério. Foto: Claudio Pimentel/iGCorpo de Champignon é carregado para ser sepultado em Santos. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsO filho do Chorão, Alexandre, chega ao velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsEliana e Daniela, irmãs de Champignon, concedem entrevista. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsBruno Graveto, baterista do Charlie Brown Jr. e de A Banca, no velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsCanisso, do Raimundos, chega ao velório. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsRenato Pelado, que tocou no Charlie Brown Jr, chega ao velório em Santos. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsCorpo de Champignon é velado em Santos. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsCorpo de Champignon é velado em Santos. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsA mãe e outros familiares de Champignon chegam ao velório em Santos. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsO pai de Champignon chega ao velório em Santos. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsFã chora durante velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsFã é consolada durante velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsO guitarrista Marcão, que integrou o Charlie Brown Jr. e A Banca, chega ao velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsO guitarrista Marcão, que integrou o Charlie Brown Jr. e A Banca, chega ao velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsBruno Graveto, baterista de A Banca, chega ao velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsBruno Graveto, baterista de A Banca, chega ao velório de Champignon. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsThiago Castanho, que integrou o Charlie Brown Jr. e A Banca, chega ao velório. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNewsThiago Castanho, que integrou o Charlie Brown Jr. e A Banca, chega ao velório. Foto: Francisco Cepeda e Orlando Oliveira/AgNews

Champignon cometeu suicídio na madrugada de segunda-feira (9), no apartamento onde morava em São Paulo. Foi enterrado no cemitério Memorial Necrópole Ecumênica, o mesmo onde Chorão foi sepultado.

O velório aconteceu das 19h de segunda até por volta de 15h de terça-feira no segundo andar do cemitério, que é vertical. O caixão foi fechado sob aplausos, coberto por uma bandeira do Brasil e levado ao oitavo andar para sepultamento.

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Outros músicos que tocaram nos grupos Charlie Brown Jr. e A Banca compareceram ao velório e ao enterro.

"Não podia imaginar que ele faria uma coisa dessas", disse o guitarrista Thiago Castanho. "Agora é só guardar as coisas boas, os momentos bons que passei com ele. Era um capa simpático, feliz, um grande amigo. Era um moleque cheio de talento ."

Divulgação/Fred Cappellato
Último show do grupo A Banca em São Vicente

O baterista Bruno Graveto disse que Champignon não tinha feito qualquer tipo de queixa para ele. "Ninguém esperava isso."

Champignon nasceu em Santos, onde o Charlie Brown Jr. se formou, e tinha 35 anos. De acordo com a delegada Milena Suegama, do 89º Distrito Policial, ele deu dois tiros em seu apartamento na madrugada de segunda-feira. O primeiro no chão, para testar a arma; o outro, na lateral direita da cabeça.

Autoridades encontraram a arma nas mãos de Champignon. Não havia drogas, tranquilizantes ou antidepressivos no apartamento, que estava arrumado.

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