Roqueiro Brendan Benson mostra música "analógica" e "introspectiva" no Brasil

Por Susan Souza , iG São Paulo |

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Guitarrista do Raconteurs se apresenta em São Paulo nesta quarta-feira e, no fim de semana, na Virada Cultural Paulista

“A introspecção existe porque estou mais velho”, diz o guitarrista, compositor e vocalista Brendan Benson, 42 anos, sobre seu quinto disco solo, “What Kind of World” (2012).

O álbum foi gravado em processo totalmente analógico e suas músicas poderão ser ouvidas nesta quarta-feira (22), no Cine Joia, em São Paulo - ele toca ainda em Presidente Prudente (25/5) e Marília (26/5).

Divulgação
Brendan Benson toca no Brasil

“É o tipo de equipamento que eu tenho, sempre gravei de modo analógico. Espero que as pessoas continuem a ouvir discos de vinil, isso meio que virou uma tendência”, analisa.

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Além da carreira solo, Brendan Benson integra o grupo Raconteurs, do qual também faz parte o amigo Jack White (White Stripes, Dead Weather). “Tocarei músicas do Raconteurs em São Paulo”, afirma. “Já que sou um artista solo, sempre tenho que encontrar bandas para tocar (risos)”. Nos shows, entrarão ainda músicas do mais novo disco, além de canções como “Hands”, de sua banda com Jack White.

A estreia de Brendan em carreira solo foi com o álbum "One Mississippi", lançado em 1996. Em 2002, lançou "La Palco", seguido por "The Alternative to Love" (2005) e "My Old, Familiar Friend" (2009).

Brendan é natural de Michigan, ao norte dos Estados Unidos, mas escolheu a cidade de Nashville, no interior do país, para morar. “Dá uma sensação de cidade pequena, mas tem tudo o que eu teria em Nova York ou Los Angeles, e é mais discreta. A indústria da música está lá, há muitos artistas, estúdios e lojas”, defende, sobre a vida “pacata”. “Estou criando uma família ali”, diz. Como uma boa coincidência, seu filho Declan nasceu próximo da data de lançamento do disco: “Mas as músicas foram compostas antes do nascimento dele.”

O disco novo foi lançado pelo próprio selo de Benson, Readymade Records. “Quem administra é a minha empresária. Eu faço a parte criativa. Não entendo de negócios, nesse sentido, ela é bem mais esperta do que eu.”

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