Planet Hemp faz revival animado em show lotado no Lollapalooza

Por Luísa Pécora , iG São Paulo | - Atualizada às

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Em turnê de reunião após separação em 2011, banda carioca fez público cantar hits como "Legalize Já" e "Mantenha o Respeito"

Antes de subirem ao palco do Lollapalooza na noite deste domingo (31), os integrantes do Planet Hemp disseram ao iG o que o público podia esperar: "bagunça". E foi isso o que entregaram: um animado show de 1h30, com hits de todas as fases da carreira.

O show no Lollapalooza marca a passagem por São Paulo da turnê de reunião do Planet Hemp, que acabou em 2011 e voltou para algumas apresentações em 2012.

Planet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio AugustoPlanet Hemp no Lollapalooza 2013. Foto: Claudio Augusto

Apesar do clima de nostalgia, não houve espaço para melancolia. Num show cheio de energia, a banda parecia se divertir tanto quanto o público. Por duas vezes, o vocalista Marcelo D2 pediu que as luzes fossem acesas para que pudesse ver a plateia que lotava a área em frente ao palco Butantã.

"Acho que 80% do público das apresentações recentes nunca tinha visto a gente ao vivo", estimou D2, na entrevista ao iG. "Está muito divertido, os shows estão sendo muito fortes", completou BNegão.

Novata ou não, a plateia do Lollapalooza certamente conhecia os grandes hits do grupo, cantando junto - e por vezes sozinha - canções como "Legalize Já", "Dig Dig Dig", "Queimando Tudo" e "Mantenha o Respeito".

Mantendo a pegada política, a banda não apenas pregou a legalização da maconha nas letras das músicas como se uniu à onda de críticas ao presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Marco Feliciano. "Fora", gritou BNegão.

Nenhuma palavra foi dita sobre uma volta definitiva da banda. Mas a despedida de D2 não foi de todo pessimista: "Até daqui dez anos."


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