Legista afirma que cantora consumiu grande quantidade de bebida após passar por período de abstinência

A cantora Amy Winehouse morreu acidentalmente em decorrência de excesso de álcool ingerido após um período de abstinência. A conclusão é de um segundo inquérito divulgado nesta terça-feira (dia 8).

Segundo a legista Shirley Radcliffe, a cantora de 27 anos "morreu em decorrência de ingestão de álcool" e classificou o episódio como "acidental". Ela afirma que não há circunstâncias suspeitas.

Radcliffe disse que Winehouse "voluntariamente consumiu álcool - um ato deliberado que levou a uma consequência inesperada e à sua morte".

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Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em Londres em 23 de julho de 2011. Havia no local garrafas vazias de vódca.

Segundo a legista, logo após o ocorrido verificou-se que no sangue da cantora havia cerca de cinco vezes mais quantidade de álcool do que o limite para motoristas, e acima um nível que pode causar morte.

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Ainda de acordo com a legista, essa quantidade de álcool pode afetar o sistema nervoso de uma forma tal que o "paciente perca a consciência e nunca mais acorde".

De acordo com o patologista Michael Sheaff, Winehouse provavelmente sofreu um problema respiratório após consumir tanta bebida. A família de Winehouse não compareceu à Justiça para a leitura do inquérito.

O segundo inquérito foi realizado após a renúncia da legista Suzanne Greenaway, que  renunciou no início de 2012 após suas qualificações serem questionadas . O resultado dos dois inquéritos é idêntico.

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