Morre aos 97 anos Lydia Lamaison, glória do teatro argentino

Atriz trabalhou ainda em mais de 25 filmes para o cinema e teve carreira na televisão

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A atriz argentina Lydia Lamaison em foto de 2005
A atriz Lydia Lamaison, uma glória do teatro, cinema e televisão argentina, morreu nesta segunda-feira aos 97 anos em Buenos Aires, informou o secretário de Cultura da capital do país, Hernán Lombardi.

Em declarações à agência estatal "Télam", ele disse que a atriz não será velada e afirmou que os familiares da atriz pediram que os amigos dela, em vez de enviar flores, façam doações à Casa do Teatro, se desejarem.

Nascida na província de Mendoza, mas estabelecida desde muito jovem em Buenos Aires, Lamaison começou sua carreira como atriz de teatro, mas em 1939 foi chamada para rodar seu primeiro filme, "Alas De Mi Patria", de Carlos Borcosque, e em 1940 foi eleita Revelação Feminina por seu trabalho em "Madame Curie".

Trabalhou em obras teatrais como "Perdidos en Yonkers", "Los físicos", "Doña disparate y Bambuco", "Ollantay", "Biógrafo" e "Pasajeras". Atuou em mais de 25 filmes de cinema, entre elas "A Prostituta e a Baleia", "La Hora de las Sorpresas", "La Caída", "Fin de Fiesta", "Un Guapo del 900", "En Mi Casa Mando Yo", "La Fiaca", "En Retirada", "Pasajeros de una Pesadilla" y "Ciudad del Sol".

Também teve um intensa carreira como atriz de televisão, como "Celeste, Siempre Celeste", "Zingara", "Jesús, el Heredero" y "Muñeca Brava".

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