A pedido do iG o comediante citou durante a Bienal do Rio quais são as obras que leu ultimamente

Fábio Porchat confere o primeiro dia da Bienal do Rio
Valmir Moratelli
Fábio Porchat confere o primeiro dia da Bienal do Rio
Fábio Porchat aproveitou o primeiro dia da 15ª edição da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro para conferir os últimos lançamentos das editoras que expõem no Riocentro, na zona oeste da cidade. “Gosto muito do evento. Acho que as escolas deveriam incentivar mais a leitura de livros como ‘Harry Potter’ e ‘Crepúsculo’. Ninguém deve ser obrigado a ler coisas que não gosta ou não se identifica.” A pedido do iG , o comediante citou quais as obras mais marcantes da sua vida:

Livro de cabeceira: “A Revolução dos Bichos” de George Orwell

Um livro inesquecível: “Ensaio Sobre a Cegueira” de José Saramago

Capa bonita: “Neve” de Orthan Pamuk

Um livro muito ruim: “Ulysses” de James Joyce

Um livro para rir muito: “Diário de Um Magro” de Mario Prata

O próximo que vai ler: “Feliz Ano Velho” de Marcelo Rubens Paiva

Livro que vai comprar: “O Inferno Atrás da Pia” de Antônio Prata

Um livro que rende uma peça: “As Boas Mulheres da China” de Xinran

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