Romancista Antônio Torres é eleito imortal da Academia Brasileira de Letras

Por iG São Paulo |

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Escritor baiano assumiu a 23ª cadeira da ABL, vaga desde a morte de Luiz Paulo Horta em agosto

O romancista baiano Antônio Torres foi eleito imortal da Academia Brasileira de Letras nesta quinta-feira (7). O autor, que em suas obras aborda cenários rurais e urbanos, assumiu a 23ª cadeira da ABL, anteriormente ocupada pelo jornalista e musicólogo Luiz Paulo Horta, que morreu em agosto.

Antônio Torres recebeu 34 dos 39 votos possíveis, de acordo com comunicado da ABL. A cadeira 23 foi fundada pelo primeiro presidente da associação, Machado de Assis, que escolheu como patrono José de Alencar.

Divulgação
O escritor Antônio Torres

Nascido na Bahia em 1940, Torres teve seu primeiro livro publicado em 1972, o romance "Um Cão Uivando Para a Lua". O autor conta com 17 obras publicadas no currículo, além de prêmios nacionais e internacionais.

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Entre seus livros mais conhecidos estão a trilogia "Essa terra", "O Cachorro e o Lobo" e "Pelo Fundo da Agulha" e o romance "Meu Querido Canibal".

O baiano foi condecorado pelo governo francês como "Chevalier des Arts et des Lettres" por seus livros traduzidos na França. Suas obras também já chegaram a países como Argentina, Cuba, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Itália e Holanda. 

Em 2000, Antônio Torres conquistou o principal prêmio literário nacional ao receber o Prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra. Em 2007, conquistou o Prêmio Jabuti com o livro "Pelo Fundo da Agulha".

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