Mostra na Tate Modern, em Londres, terá crânio cravejado com 9 mil diamantes

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O museu de arte contemporânea Tate Modern, de Londres, inicia nesta quinta-feira (dia 5) uma exposição com obras de um dos mais polêmicos artistas britânicos das últimas décadas, Damien Hirst.

O artista plástico chamou a atenção do público pela primeira em Londres, em 1988, quando concebeu e foi o curador da mostra Freeze, uma exposição realizada em um armazém que mostrava o trabalho dele e dos amigos do artista, além de outros estudantes de artes. Desde então, Hirst se transformou em um dos artistas mais importantes de sua geração.

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A mostra na Tate Modern é a primeira pesquisa importante sobre o trabalho de Hirst em um museu britânico e vai colocar lado a lado obras importantes do artista nos últimos 20 anos.

Entre as obras mais importantes que serão expostas está "The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living" ("A Impossibilidade Física da Morte na Mente de Alguém Vivo", em tradução livre), de 1991, que mostra o famoso tubarão conservado em formol.

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Outra obra famosa é "For the Love of God" ("Pelo Amor de Deus", em tradução livre), uma escultura de platina que usou um molde de um crânio do século 18 e dentes reais. A diferença é que este crânio é cravejado com quase 9 mil diamantes e, quando foi lançado em 2007, alcançou um valor de 50 milhões de libras (R$ 144 milhões), o que, na época, se afirmou ser a obra de arte contemporânea mais cara já feita.

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