"Rio" segue no topo das bilheterias mundiais pela segunda semana

Animação do brasileiro Carlos Saldanha estreou em primeiro na América do Norte

iG São Paulo com agências |

Divulgação
Animação "Rio", de Carlos Saldanha

A animação em 3D "Rio" ficou no topo das bilheterias mundiais neste final de semana pela segunda vez consecutiva , disse a distribuidora 20th Century Fox no domingo. O filme também foi a maior estreia nos cinemas da América do Norte e arrecadou um valor estimado em US$ 40 milhões nos Estados Unidos e no Canadá desde sexta-feira, quando entrou em cartaz na região.

O Brasil, onde também manteve a liderança, contribuiu com o maior volume de vendas nas bilheterias internacionais, com US$ 18,9 milhões até o momento. A arrecadação total do filme aumentou para US$ 129 milhões. O sucesso do filme também é uma boa notícia para as bilheterias deste ano, que por enquanto caíram 19%, para US$ 2,65 bilhões, segundo analistas do Hollywood.com.

"Rio", que custou 90 milhões de dólares para ser produzido, conta a história de Blu, uma arara rara (na voz de Jesse Eisenberg na versão original), que retorna ao Brasil após uma vida mimada como um animal de estimação contrabandeado nos Estados Unidos. A produção foi dirigida por Carlos Saldanha, que nasceu no Rio de Janeiro e dirigiu a trilogia de "A Era do Gelo", da Fox.

O segundo lugar na América do Norte ficou para "Pânico 4" , primeiro filme da franquia em 11 anos, com uma arrecadação de US$ 19,3 milhões. O filme de Wes Craven reúne mais uma vez Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, que são perseguidos pelo assassino Ghostface na cidade-natal da protagonista.

"Rio" e "Pânico 4" desbancaram "Hop - Rebeldes Sem Páscoa" do topo das bilheterias. A história de um coelho adolescente caiu para a terceira posição e arrecadou US$ 11,2 milhões. Em quarto lugar, aparece "Soul Surfer", que narra a vida de uma campeã de surf que continuou praticando seu esporte favorito depois que um tubarão arrancou um de seus braços, e "Hanna", a história de uma adolescente treinada para se tornar uma máquina assassina.

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