MGM pede concordata nos EUA

Tradicional estúdio de cinema acumula uma dívida de US$ 4 bilhões

EFE |

A MGM (Metro-Goldwyn-Mayer), um dos mais tradicionais estúdios de cinema de Hollywood, pediu concordata nesta quarta-feira nos Estados Unidos.

Como previsto por especialistas, a companhia apelou ao capítulo 11 da lei de falências dos EUA, e apresentou à Justiça de Nova York uma estratégia de reorganização para tentar, dentro de um mês, sua aprovação judicial.

A direção do estúdio rejeitou ainda uma proposta de compra do bilionário Carl Icahn e da concorrente Lions Gate Entertainment. O plano para recuperar a MGM, que acumula uma dívida de US$ 4 bilhões, se baseia em um acordo com a produtora Spyglass Entertainment, cujos executivos passarão a dirigir a companhia assim que ela resolver suas pendências financeiras.

A operação foi possível após os credores da empresa aceitarem transformar sua participação na dívida em ações da nova MGM. Dona dos direitos da franquia "007", a companhia detém um catálogo de cerca de 4 mil filmes, entre eles clássicos como "O Mágico de Oz", "E o Vento Levou" e "Ben-Hur".

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