Inédito no Brasil, "O Buraco" abusa dos clichês

Lançado em 3D nos EUA, é o primeiro filme do diretor Joe Dante em seis anos

Daniel Hassegawa, iG São Paulo |

Divulgação
Adolescentes baixam câmera para investigar "O Buraco"
Mãe desquitada (Teri Polo, de "Entrando Numa Fria") se muda de Nova York para uma pequena cidade com os filhos, um garotinho e um adolescente. Os meninos, que não se relacionam bem, descobrem um estranho alçapão no porão da casa, que esconde algo sobrenatural. Está aí "O Buraco", que chega ao Brasil direto em DVD, depois da estreia mundial no Festival de Veneza e passar despercebido nos EUA.

nullO ponto de partida da trama já dá mostras de que o filme não foge do lugar comum. Pelo contrário, na primeira meia hora "O Buraco" brinda o espectador com uma enxurrada de clichês do cinema de horror, do palhaço de brinquedo assombrado a uma menina-fantasma a la "The Ring - O Chamado".

Chega uma hora que o filme parece ser uma paródia no estilo "Todo Mundo em Pânico", de tantas referências - propositais ou não -, até há um velho louco (interpretado pelo veterano Bruce Dern, de “Amargo Regresso”) cujo figurino remete ao Dr. Brown de "De Volta para o Futuro".

Aliás, "O Buraco" seria melhor se fosse uma paródia. O grande problema do longa é que ele se leva a sério, falta o humor de sucessos antigos do diretor Joe Dante, como "Gremlins", "Matinê" e "Looney Tunes - De Volta à Ação".

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